A realidade distante

O homem natural anda nas trevas, sem entender nada.

A realidade está bem distante e é muito profunda; quem pode descobri-la? Ecclesiastes 7.24

A natureza da realidade e sua razão de existir é um mistério para o homem, sem haver uma revelação da parte de Deus. O rei Salomão, autor do livro, reconhece a obscuridade do ser. O ser humano não pode responder, por si só, a pergunta que se forma, inevitavelmente, nos seus lábios: “Por que existo? Por que estou aqui?” Continue lendo “A realidade distante”

Que devo fazer?

Uma boa pergunta, e uma ótima resposta.

Assim perguntei: Que devo fazer, Senhor? Disse o Senhor: ‘Levante-se, entre em Damasco, onde lhe será dito o que você deve fazer’. Atos 22.10

Saulo, o perseguidor, viu o Senhor Jesus a caminho de prender cristãos na cidade de Damasco. Quando percebeu quem era o Senhor, ele fez uma pergunta de grande importância: Que devo fazer? Mas o plano de Deus determinou que os cristãos deveriam proclamar os termos do evangelho. Mesmo Jesus o respeitou. Alguns dias depois, um homem enviado pelo Senhor diria a Saulo o que fazer para ser salvo. Continue lendo “Que devo fazer?”

Julgando por si mesmos

É necessário julgar corretamente—especialmente em relação a Jesus.

“Por que vocês não julgam por si mesmos o que é justo?
Lucas 12.57

O ser humano foi criado para raciocinar e chegar a conclusões válidas, baseadas nas evidências que ele acumula. O Senhor Jesus repreendeu as pessoas do seu dia por não julgar corretamente. Elas deviam usar esta função divinamente concedida, ao invés de usar um raciocínio errôneo, especialmente em relação ao próprio Jesus, João 7.24. Continue lendo “Julgando por si mesmos”

A palavra que sustém o exausto

Deus nos ensina sua palavra que anima e capacita para animar.

“O Soberano, o Senhor, deu-me
    uma língua instruída,
    para conhecer a palavra
    que sustém o exausto.
Ele me acorda manhã após manhã,
desperta meu ouvido para escutar
    como alguém que está sendo ensinado”
Isaías 50.4

Deus chamou o profeta Isaías e lhe deu palavras inspiradas. Estas não somente julgaram Israel, mas ofereceram esperança e conforto àqueles que buscavam alívio do sofrimento e do pecado. Continue lendo “A palavra que sustém o exausto”

Agora vivemos

Precisamos do encorajamento que os outros podem nos dar.

“[P]ois agora vivemos, visto que vocês estão firmes no Senhor”. 1Tes 3.8

O apóstolo Paulo se sentia desanimado por causa das suas circunstâncias. Mas as boas notícias, por meio de Timóteo, sobre os santos na Tessalônica deu-lhe vida nova.

“O missionário cuja tarefa era encorajar outros (verso 2) foi encorajado e reavivado pela notícia da igreja” (I. Howard Marshall, NBC21, 1281).

Relacionamentos entre os que evangelizam e os seus convertidos são, e devem ser, chegados. O relacionamento não termina no batismo destes. Os dois—evangelistas e convertidos—ainda precisam uns dos outros. Eles encontram muitos motivos de ânimo entre eles.

Como você descreveria a preocupação pelos que são salvos, para que continuem fiéis?

Deus Pai, obrigado pelo amor e ânimo que encontramos uns nos outros, na conversão dos perdidos e na fidelidade de todos. Use a minha vida para incentivar aos irmãos.

Tempos terríveis

Quais são estes tempos terríveis? Como reconhecê-los?

Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis.

O apóstolo Paulo prepara seu filho na fé, Timóteo, para o pior. Os últimos dias já chegaram (desde o primeiro século!). Os tempos terríveis invadiram a própria igreja por causa dos pecados das pessoas, 2 Tim 3.2-4.

Timóteo tem de saber lidar com tais pessoas, v. 5. Precisa saber como reconhecê-las, v. 5, e quais são suas táticas, v. 6-7. O que estão fazendo é isto (ver v. 8), mas seu alcance terá seus limites, v. 9.

Compreender nosso tempo (“Saiba disto”) nos dará condições de lidar com ele e nos impedirá de cair na mentalidade de que não há nada que se possa (ou deva) fazer.

Quais sinais dos tempos terríveis você está vendo?

Deus soberano, parece-nos um dilúvio de devassidão, uma avalancha de maldades e avareza. Dá-nos força para resistir aos tempos terríveis e sabedoria para lidar com eles.

Que se ofendam

Mateus 15.12-13: Será rejeitado quem rejeita o ensino de Jesus.

Então os discípulos se aproximaram dele e perguntaram: “Sabes que os fariseus ficaram ofendidos quando ouviram isso?” Ele respondeu: “Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada pelas raízes. Deixem-nos; eles são guias cegos. Se um cego conduzir outro cego, ambos cairão num buraco”.
Mateus 15.13-15

Mostrando sua natureza humana em não querer ofender os outros, os discípulos se manifestaram ao Senhor quando ele desafiou o conceito popular da impureza e ensinou a verdade sobre o coração. Mas Jesus não ia mudar em nada seu ensino. Recusou a considerar a pergunta dos discípulos. De certa forma, respondeu assim: Então, que eles se ofendam. Continue lendo “Que se ofendam”

Se alguém decidir fazer a vontade de Deus

João 7.17: Para saber, é preciso antes decidir.

Se alguém decidir fazer a vontade de Deus, descobrirá se o meu ensino vem de Deus ou se falo por mim mesmo. João 7.17

Jesus continua sua resposta à questão sobre como ele podia ensinar verdades tão poderosas, não sendo instruído formalmente, v 15. O Senhor afirma a possibilidade de saber qual ensinamento vem de Deus. Mas é necessário, primeiro, querer fazer a vontade de Deus para conhecê-lo. Continue lendo “Se alguém decidir fazer a vontade de Deus”

O meu ensino não é de mim mesmo

João 7.16: O ensino de Jesus veio do Pai; o nosso, do Senhor.

Jesus respondeu: “O meu ensino não é de mim mesmo. Vem daquele que me enviou”. João 7.16

Por mais importante que seja mostrar amor às pessoas, não se pode ignorar o conteúdo do que é falado. De fato, o conteúdo correto é sinal do amor. Continue lendo “O meu ensino não é de mim mesmo”

Digno do seu sustento

Mateus 10.9-10: Apoiemos o trabalhador na palavra de Deus.

Não levem nem ouro, nem prata, nem cobre em seus cintos; não levem nenhum saco de viagem, nem túnica extra, nem sandálias, nem bordão; pois o trabalhador é digno do seu sustento.
Mateus 10.9-10

Quando Jesus mandou os Doze na comissão limitada, proibiu que levassem qualquer coisa extra na sua jornada de pregação. Ele queria que os israelitas que os receberiam os sustentassem pela sua hospitalidade, com seus bens. Ele queria que os Doze e o povo de Israel respeitassem o princípio de o trabalhador receber dos outros o seu sustento. Continue lendo “Digno do seu sustento”