Quem vê cara (do caminho) não vê o coração (a essência) dele

Provérbios 14.8: Pense bem sobre a natureza e o fim do caminho que escolhe.

Embora não se observe na prática, a maioria das pessoas reconhece a verdade de não reparar na aparência de alguém para atentar no coração. O mesmo princípio se aplica—e é menos observado ainda—na área do estilo de vida que se leva. Temos que olhar além da superfície para ver a verdade sobre o caminho que tomamos.

A sabedoria do homem prudente é discernir o seu caminho,
mas a insensatez dos tolos é enganosa.
Provérbios 14.8

O verbo “discernir” “capta a realidade de uma situação, distinguindo o que interessa do que é periférico” (CBNVI). Sabedoria descobre os elementos essenciais, verdadeiros, saudáveis.

Cada caminho apresenta um aspecto ao observador. Convém olhar “abaixo da superfície para encontrar os signficados mais profundos” (CBNVI).

No mundo existe muito engano, pois está presente nele o Maligno, o pai da mentira cuja falsidade conduz à ruína. O tolo cai facilmente ao acreditar na mentira, procurando o caminho fácil ou egoísta.

E talvez o verso ainda indica o engano que acontece com terceiros, além dos próprios tolos. Um primeiro relance da vida deles leva a crer que o tolo tem o caminho mais interessante, pois o tolo também aparenta uma felicidade e uma facilidade que nada mais são do que fachada.

Sejamos sábios para pensar bem sobre o caminho que tomamos. Consideremos corretamente a natureza de cada caminho—são apenas dois: o da piedade e o da impiedade—e o fim de cada um.

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