As Escrituras levam à busca

Daniel 9.1-3: Leitura das Escrituras motiva para participar do projeto de Deus.

Dario, filho de Xerxes, da linhagem dos medos, foi constituído governante do reino babilônio. No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, compreendi pelas Escrituras, conforme a palavra do Senhor dada ao profeta Jeremias, que a desolação de Jerusalém iria durar setenta anos. Por isso me voltei para o Senhor Deus [para buscá-lo] com orações e súplicas, em jejum, em pano de saco e coberto de cinza.
—Daniel 9.1-3

Daniel leu o livro de Jeremias e viu nele a promessa de Deus sobre a restauração do povo à sua terra. Esta leitura provocou grande busca da sua parte para o cumprimento da profecia. Sua oração se encontra em seguida, no mesmo capítulo. Continue lendo “As Escrituras levam à busca”

Ação: Apegar-se

2 Tessalonicenses 2.15: Não fale mais do que a Bíblia fala, nem menos do que ela fala.

LER: “Portanto, irmãos, permaneçam firmes e apeguem-se às tradições que lhes foram ensinadas, quer de viva voz, quer por carta nossa” 2Ts 2.15.

PENSAR: Sem a viva voz apostólica, temos os escritos sagrados no NT. As tradições são os ensinos que Cristo deu aos apóstolos e profetas no Iº Séc. Não se deve ir além do que está escrito, 1Co 4.6, acrescentar à palavra de Deus nem dela tirar, Dt 4.6; Pr 30.6; Ap 22.18-19. O que foi transmitido pelos apóstolos deve ser praticado exatamente, 1Co 11.2. Continue lendo “Ação: Apegar-se”

Ação: Ler

Lucas 10.26: Nas Escrituras estão o poder de Deus e a vida eterna.

LER: “‘O que está escrito na Lei?’, respondeu Jesus. ‘Como você a lê?’” Lc 10.26.

PENSAR: A família de Deus é povo que lê. Medita sempre na lei de Deus, Sl 1.2. Todos devem ouvir a palavra do Senhor, 1Ts 5.27. Seremos julgados por ela, Jo 12.48; Hb 4.12-13. Zelo tem de ser acompanhado por conhecimento, Rm 10.2. Devemos nos destacar no conhecimento, 2Co 8.7, entre outras coisas. Nas Escrituras estão o poder de Deus, Mt 22.29, e a vida eterna, Jo 5.39. Devemos examiná-las todo dia, At 17.11. Continue lendo “Ação: Ler”

Nada de novidade! Voltemos para as tradições apostólicas

2 Tessalonicenses 2.15: Nada de novidade! Dê-nos a sagrada tradição.

Hoje, as pessoas são piores do que os antigos atenienses que viviam por novidades. “Todos os atenienses e estrangeiros que ali viviam não se preocupavam com outra coisa senão falar ou ouvir as últimas novidades” Atos 17.21. Continue lendo “Nada de novidade! Voltemos para as tradições apostólicas”

Deus é bom

Se Deus é bom, ele faz o bem.

Muita gente acusa a Deus de não ser bom porque o culpam pelo mal que veem no mundo. É o mesmo do homicida acusar o juiz de homicídio.

No verso anterior, o salmista fala de ter sido castigado. Também sofria pelas mãos dos ímpios. Nem por isso questiona a bondade de Deus.

Tu és bom, e o que fazes é bom; ensina-me os teus decretos.
Salmo 119.68

O ser humano nem sabe o que é bom, a não ser que Deus o revele. Na sua essência Deus é bondade. Seus atos benfazejos têm sua origem na sua bondade.

Se Deus é bom e faz o bem, devemos desejar conhecer suas ordens. Pois estas demonstram também a bondade divina. A lei de Deus também nos fará bem, mesmo que não reconheçamos tal bondade.

Deus bondoso, ensine-nos o que significa a bondade para sermos bons como o Senhor é bom.

A Escritura merece degustação

A lei divina é objeto do amor.

A Escritura não apenas oferece um versículo para ler num dado momento do dia para depois deixar de lado. Ela merece degustação. Cada palavra tem significado. Cada frase carrega poder.

Deus é bom e tudo o que ele dá traz benefício.

Devemos ter uma reação à sua bondade, o amor por tudo o que ele faz e não menos à Escritura, pois a palavra dele é vida.

“Como eu amo a tua lei! Medito nela o dia inteiro”.
Sl 119.97 NVI

Lei de homem e a de Deus são duas coisas bem distintas. A lei de Deus sempre é motivo de alegria, pois nos mostra o caráter dele e como nos aproximar dele em retidão.

Dois níveis de hierarquia na igreja

A qual dos dois você aspira?

Jeffrey Pfeffer é Professor de comportamento organizacional na Stanford Graduate School of Business. Ele ensina a matéria “Caminhos ao poder” aos seus alunos. No seu livro, Poder: Porque alguns têm, ele afirma que nos negócios o maior fator para o sucesso é o poder e não o desempenho. A Standford Business Magazine Online fez reportagem sobre sua posição:

Outro obstáculo é a dependência da literature de liderança escrita por pessoas que oferecem suas carreiras como modelo, mas “omitem, conscientemente, os jogos do poder que usaram na verdade para chegar ao topo”. A habilidade destes líderes de se autopromover como nobres e bons é a razão por que alcançaram altos níveis, diz Pfeffer. Pode ser que seus conselhos sejam corretos, “mas a maior probabilidade é que sejam apenas servindo a si próprios”.

O modelo de negócios do mundo, escondendo a ambição e as lutas por poder e posição, nunca podem servir como modelo para a igreja. A tentativa na igreja para promover a “liderança de servo” está errada desde a raiz, é contradição de termos, é empréstimo de linguagem proibida pelo Senhor.

“Vocês são concidadãos dos santos e membros da casa de Deus.”
Ef 2.19

Cada cristão é apenas membro na casa de Deus. Deus é Pai, Dono, Autoridade. Não existe lugar para a ambição, para as lutas de poder, para o exercício de autoridade sobre a fé dos outros.

Existem apenas dois níveis de hierarquia na igreja: o do Senhor, o Líder que detém todo poder e autoridade, e o dos seus servos.

A qual nível aspira você?