O que Deus fez

Atos 5.30-31: O foco da pregação é o que Deus fez em Cristo.

O Deus dos nossos antepassados ressuscitou Jesus, a quem os senhores mataram, suspendendo-o num madeiro. Deus o exaltou, colocando-o à sua direita como Príncipe e Salvador, para dar a Israel arrependimento e perdão de pecados. Atos 5.30-31

Perante o Sinédrio, autoridade máxima entre os judeus, Pedro e os outros apóstolos responderam, pela segunda vez, por sua pregação a respeito de Jesus. Com coragem e verdade, deixaram claro os grandes atos de Deus, apesar das ações do conselho. Continue lendo “O que Deus fez”

O Senhor cooperava com eles

Marcos 16.20: O Senhor coopera com os cooperadores no evangelho.

Então, os discípulos saíram e pregaram por toda parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando-lhes a palavra com os sinais que a acompanhavam. Marcos 16.20

O último verso do evangelho de Marcos observa que os discípulos obedeceram à ordem do Senhor Jesus e este por sua vez cumpriu sua promessa de sinais miraculosos para acompanhar seu trabalho. Continue lendo “O Senhor cooperava com eles”

Veja a sua glória

João 1.14: Jesus Palavra expressa a glória de Deus.

Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade. João 1.14

Tornar-se carne significa que Jesus se tornou ser humano. Ele nasceu também da vontade de Deus e não por meios humanos, João 1.13. Ele participou plenamente da vida humana. Viveu entre nós e teve todas as experiências que os homens têm—fome, sede, cansaço, emoções, sofrimento—menos uma—o pecado. Era Deus e era homem. Continue lendo “Veja a sua glória”

Como pode o Senhor ser ‘Deus dos deuses’?

Deuteronômio 10.17: Como entender essa frase de Moisés, dos Salmos e de Daniel?

Quatro vezes na NVI é usada a frase: “Deus dos deuses”, todas elas no Antigo Testamento. É usada uma vez por um rei pagão, mas as outras, por Moisés, por um dos salmistas e por um anjo. Os quatro textos são Deuteronômio 10.17; Salmo 136.2; Daniel 2.47; e Daniel 11.36. Continue lendo “Como pode o Senhor ser ‘Deus dos deuses’?”

Nem sempre Deus precisa fazer milagre

Atos 5.40: Deus usou uma das pessoas menos esperadas.

A pregação da Boa Nova de Cristo devia ter convencido os judeus, pois esperavam o Messias, tinham as Escrituras que falavam dele e testemunharam os milagres do Senhor. Mas não! Mataram-no e teriam feito o mesmo com os apóstolos. Os membros do Sinédrio “ficaram furiosos e queriam matá-los” Atos 5.33.

Somente não mataram porque Deus agiu. Quer ver como ele fez para salvar os Doze? Continue lendo “Nem sempre Deus precisa fazer milagre”

O que é bom e tudo o que preciso?

Salmo 73.28: Depois de muita luta, eis a conclusão.

O ser humano tem mil definições do bem e do mal. No final, sem um padrão exterior e objetivo, ele acaba definido o que é bom em termos das suas preferências.

No meio duma experiência difícil, um escritor luta com a questão da bondade de Deus, Salmo 73.1, e chega à seguinte conclusão: Continue lendo “O que é bom e tudo o que preciso?”

Com Deus o resultado

2 Samuel 10.12: Deus tem seu plano.

O seguidor de Cristo obedece ao seu Senhor e busca fazer toda a vontade do Pai. Mesmo assim, ele reconhece que Deus fará o que lhe aprovar. A iniciativa sempre fica com Deus e suas decisões soberanas são respeitadas pelo seu povo. Continue lendo “Com Deus o resultado”

Para onde o Senhor nos conduz?

2 Tessalonicenses 3.5: Uma breve oração repleta de direção.

Para tirar a nossa atenção do que devemos sempre olhar e pelo qual devemos nos esforçar, trabalham o mundo, o medo e o Maligno. Como devolver o foco no ponto certo? Continue lendo “Para onde o Senhor nos conduz?”

O ‘pois’ da motivação e realização

Filipenses 2.12-13: Não separe os dois versos.

pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele.
Filipenses 2.13

Entre alguns, Filipenses 2.12 é um verso favorito. É sim um verso bíblico maravilhoso, importante para mostrar aos outros que o esforço e a dedicação são necessários para a salvação.

“Assim, meus amados, como sempre vocês obedeceram, não apenas na minha presença, porém muito mais agora na minha ausência, ponham em ação a salvação de vocês com temor e tremor,” …

Às vezes, porém, coloca-se um ponto depois do verso 12 e esquece-se do verso 13. A tendência que separa os dois vem duma ênfase no esforço humano separado do poder que Deus dá. Mas os dois versos compõem uma unidade gramatical.

O poder de Deus abrange duas áreas de atividade humana: desejo e realização. Ele trabalha não somente para nos ajudar a desenvolver a nossa salvação, mas ele também trabalha em nossos corações e mentes para nos dar desejo e motivação.

O “pois” do verso 13 é o que nos fornece a motivação para o verso 12. Podemos levar adiante o desenvolvimento da nossa salvação somente porque sabemos que Deus trabalho em nós para nos capacitar tanto para o desejo como para a realização.