Que se ofendam

Mateus 15.12-13: Será rejeitado quem rejeita o ensino de Jesus.

Então os discípulos se aproximaram dele e perguntaram: “Sabes que os fariseus ficaram ofendidos quando ouviram isso?” Ele respondeu: “Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada pelas raízes. Deixem-nos; eles são guias cegos. Se um cego conduzir outro cego, ambos cairão num buraco”.
Mateus 15.13-15

Mostrando sua natureza humana em não querer ofender os outros, os discípulos se manifestaram ao Senhor quando ele desafiou o conceito popular da impureza e ensinou a verdade sobre o coração. Mas Jesus não ia mudar em nada seu ensino. Recusou a considerar a pergunta dos discípulos. De certa forma, respondeu assim: Então, que eles se ofendam. Continue lendo “Que se ofendam”

O meu ensino não é de mim mesmo

João 7.16: O ensino de Jesus veio do Pai; o nosso, do Senhor.

Jesus respondeu: “O meu ensino não é de mim mesmo. Vem daquele que me enviou”. João 7.16

Por mais importante que seja mostrar amor às pessoas, não se pode ignorar o conteúdo do que é falado. De fato, o conteúdo correto é sinal do amor. Continue lendo “O meu ensino não é de mim mesmo”

Ensinava com autoridade

Mateus 7.28-29: A razão porque Jesus ensinou com autoridade.

Quando Jesus acabou de dizer essas coisas, as multidões estavam maravilhadas com o seu ensino, porque ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei. Mateus 7.28-29

Jesus ensinava exatamente o que seu Pai lhe mandou dizer, João 12.49-50. Seu ensinamento não representava conclusões humanas e citações acadêmicas. Falava com segurança. Não oferecia listas de possíveis interpretações. Continue lendo “Ensinava com autoridade”

Ação: Manejar

2 Timóteo 2.15: Ensine a palavra da verdade com exatidão.

LER: “Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade” 2Tm 2.15.

PENSAR: O manejo correto da palavra poupa o discípulo da vergonha e permite que ele seja por Deus aprovado. Ajuda-o a evitar também envolvimento em discussões e conversas inúteis, vv. 14, 16. Manejar é mais do que ler: significa um estudo cuidadoso para chegar à compreensão correta que permite comunicar “com exatidão” (CNBB). Continue lendo “Ação: Manejar”

Ação: Ensinar

Mateus 28.20: Torne-se apto, o mais rápido possível, de ensinar a verdade.

LER: “ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei” Mt 28.20.

PENSAR: O ensino é processo pelo qual se torna conhecida a vontade de Deus e todos os mandamentos de Cristo, contidos nas Escrituras. Pelo conhecimento destas, torna-se apto de ensinar, 2Tm 3.16-17. A matéria já é definida, e também o objetivo, o de obedecer a Cristo. Para aprender a atitude correta de temor a Deus é necessário ensinar, Sl 34.11; Pr 22.19. Continue lendo “Ação: Ensinar”

Do coração para a boca

Lucas 6.45: O coração é completa dedicação; a boca é o ensino.

Fala-se muito em ser uma pessoa do bem. O mundo, porém, tem pouca ideia do que significa ser boa pessoa. É mais do que bons modos. Algumas das pessoas mais ímpias são, nos tratos com elas, muito agradáveis. Continue lendo “Do coração para a boca”

O poder da sua influência é grande

2 Crônicas 26.5: Você muda a vida de muita gente.

Eu preciso de ajuda. Você também precisa. Não há quem não precisa de ajuda para chegar até Deus e continuar no bom caminho. Somos a cada momento influenciados por alguém. Cristo escolhe seus seguidores para ser pessoas que influenciam grandemente os outros, com efeito eterno.

Mesmo no Antigo Testamento, Deus colocou pessoas entre o povo para ter influência na vida dos outros. Continue lendo “O poder da sua influência é grande”

A explicação ilumina

Salmo 119.130: O que explicar e a quem?

palavra-deus-ilumina

Há explicação que confunde mais do que esclarece. Mas quem apresenta o significado das palavras de Deus aos outros surte efeito quase mágico. Continue lendo “A explicação ilumina”

Você poderá ajudar outras pessoas

Provérbios 22.20-21: Preste bem atenção e poderá ajudar outros dessa forma. (Parte 3 do trecho de Pr 22.17-21)

Hoje é o terceiro dia que examinamos o trecho de Provérbios 22.17-21, que é uma introdução a uma das divisões principais do livro. A terceira parte desse trecho cita um grande benefício e necessidade no mundo:

Lembre-se dos conselhos e instruções que eu lhe escrevi há muito tempo, que ajudarão você a saber o que é certo. E assim quando fizerem perguntas, você poderá ajudar outras pessoas.
Provérbios 22.20-21 NBV

O que passa por sabedoria no mundo, na verdade, é pouco mais do que o egoísmo disfarçado de discernimento, usando meia-verdades e sutilezas.

  • “Deus quer que eu seja feliz; portanto, o divórcio é permitido”.
  • “Tem que aproveitar a vida enquanto jovem”.
  • “É bom dar aos filhos aquelas coisas que nunca tivemos como crianças; é por isso que trabalho tanto”.
  • “A gente tem que jogar pelas regras do mundo; se não, não tem como ir para a frente”.
  • “É melhor não contrariar as pessoas e ofendê-las com a verdade, pois precisaremos delas no dia de amanhã”.
  • “Dá para eu me envolver nisso, pois estou ciente dos perigos e consigo controlar meu envolvimento”.

O conselho do sábio, registrado nas Escrituras, nos conduzirá à certeza do que é certo. Agiremos na confiança de agradar a Deus e com pleno conhecimento da sua vontade.

E não somente guiaremos nossos atos pela sabedoria divina, mas teremos como responder e orientar outros.

Assim, encontraremos nossa missão de vida, a de ajudar outros pessoas a viverem com Deus, por Deus e para Deus.

O saber que me traz certeza e que se aplica a todos, a fim de conduzir-nos nos seus caminhos, ó Senhor, é dádiva sua para nós e precioso aos nossos olhos.

Segure essa ideia: Quando a divina palavra escutar, / Ajudará a quem te perguntar.

Sim, você!

Provérbios 22.19: A razão de todo o ensino!

Ontem, nos versículos anteriores ao de hoje, lemos a recomendação de escutar aos conselhos do sábio. Hoje, descobrimos a importância de aceitar o ensino dele.

Quero hoje ensinar você — sim, você — para que a sua confiança esteja no Senhor.
Provérbios 22.19 BND

#1. O objetivo não é apenas o de se dar bem na vida e ter sucesso nos empreendimentos, e muito menos para satisfazer a curiosidade, mas sim confiar em Deus. (Ver 3.5.) Salomão procura aproximar o leitor de Deus. No verso, por trás do termo: “Senhor”, é o nome Javé, pelo qual ele é conhecido por seu povo.

De fato, no trecho dos versos 17-21, uma unidade literária que introduz uma nova seção do livro, há 36 palavras e o nome de Deus é a décima-oitava palavra, exatamente no meio do trecho. Por meio desta técnica, o autor ressalta a importância do objetivo na pessoa de Deus.

#2. O interesse é pessoal. Há ênfase na palavra “você”. Cada pessoa deve se colocar no lugar desse “você”. O autor não está interessado em se tornar grande mestre, mas quer produzir um bom resultado no seu leitor. O foco é quem recebe o ensinamento. Ele muito bem ter falado, pois é o sentido da frase: Eu quero que hoje você aprenda isso”.

#3. Neste ensino há urgência. Ele quer que o ensino aconteça “hoje”. Para muitas coisas, devemos esperar. A paciência é uma virtude. Mas para que haja ensino sobre o Senhor, hoje é o dia, antes que seja tarde.

Aprender e ensinar, para que tanto o aluno como o mestre, te conheçam, ó Deus, que assim seja!

Segure essa ideia: Para confiar no Senhor é preciso aprender.