Desviando depressa

Por que Deus sabe, mas nunca é boa esta mudança.

O mundo traz mudanças cada vez mais rápidas. Com os meios de comunicação dos quais nos dispomos hoje, ficamos sabendo e muitas vezes adotamos mudanças em questão de dias ou até mesmo horas. E nem todas as mudanças são boas. Frequentemente, são impensadas, ao seguirmos a onda da última moda.

Antigamente, também, havia mudanças rápidas e negativas.

Estou admirado de que estejam se desviando tão depressa daquele que os chamou pela graça de Cristo para seguirem outro evangelho.
Gálatas 1.6 BND

Pedro descobriu como se pode mudar rapidamente, um minuto andando em cima das águas, para logo estar afundando na tempestade; ou, afirmando de pés juntados a lealdade a Jesus, para negá-lo somente horas depois.

Pessoas que ontem estavam fiéis ao evangelho de Cristo hoje estão seguindo outro ensinamento. Os motivos Deus sabe, mas não há dúvida de que têm mudado e isso depressa, para seguirem a última onda de oba-oba.

Paulo procura chamar as pessoas de volta ao evangelho. Façamos o mesmo, para que, de alguma forma, salvemos alguns. Pois esta mudança, depressa ou devagar, nunca é boa.

 

 

Abandonando Deus

Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho.
Gálatas 1.6

Os gálatas estavam sendo induzidos a aceitar a lei de Moisés como elemento essencial ao evangelho. Com essa mudança da graça de Deus para o desempenho humano, eles estavam não apenas trocando um “evangelho” por outro, mas estavam abandonando o próprio Deus. Continue lendo “Abandonando Deus”

Ele creu

Considerem o exemplo de Abraão: “Ele creu em Deus, e isso lhe foi creditado como justiça”.
Gálatas 3.6

Parece fácil, não é? Creu e pimba! Deus o aceitou. Nada de obras para tentar ganhar a aprovação divina.

Quem conhece a história de Abraão sabe que não é bem assim.

Quando Deus o chamou, o patriarca tinha que deixar sua pátria e sua famí­lia para sair para um local desconhecido.

Quando o Senhor prometeu um filho, ele tinha que ficar décadas soprando as faí­scas da sua confiança.

Quando o Soberano o exigiu que oferecesse seu filho da promessa e matá-lo num altar, Abraão não hesitou, mas obedeceu. Cegamente.

Deus não aceita a quem, apesar de crer que ele existe, não acredita que ele recompensa quem o busca (ler Hebreus 11.6).

Uma fé qualquer não resolve.

Tem que ser a fé de Abraão.

É essa que você tem?

(A seguir, leia uma reflexão por trás da meditação.)
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