Julgando por si mesmos

É necessário julgar corretamente—especialmente em relação a Jesus.

“Por que vocês não julgam por si mesmos o que é justo?
Lucas 12.57

O ser humano foi criado para raciocinar e chegar a conclusões válidas, baseadas nas evidências que ele acumula. O Senhor Jesus repreendeu as pessoas do seu dia por não julgar corretamente. Elas deviam usar esta função divinamente concedida, ao invés de usar um raciocínio errôneo, especialmente em relação ao próprio Jesus, João 7.24. Continue lendo “Julgando por si mesmos”

Deus fala do ‘dia do Senhor’ esperando mudança

Ezequiel 30.3: O dia do Senhor significa juízo. Ouviremos o aviso?

A nação de Israel procurou no Egito força militar para manter a Babilônia à distância. Mas Deus mostrou a todos que é soberano, que sua aliança ainda está válida. Continue lendo “Deus fala do ‘dia do Senhor’ esperando mudança”

Deus vai acertar as contas conosco

O juízo bota medo nos desobedientes.

JuízoPor tudo o que fazemos nesta vida, teremos de dar conta. Nenhum ato ficará sem registro. Na parábola dos talentos, tudo gira em torno deste fato:

Depois de muito tempo, o senhor daqueles servos voltou e acertou contas com eles.
Mateus 25.19 VFL

O pregador Charles Box escreveu:

Nossos feitos, bons e maus, estão abertos perante Deus. As Escrituras deixam claro que Deus não somente faz registro do que falamos e fazemos, mas que também nos julgará conforme nossos atos, e também conforme o que deixamos de falar ou fazer, mas devíamos ter falado ou feito.

Com tal verdade, não é de se admirar que, “quando Paulo lhes falou a respeito de justiça, de domínio próprio e de julgamento futuro, Félix ficou com medo” (Atos 24.25 VFL). Dá para amedrontar, sim. Especialmente se não estamos exercendo o domínio próprio e a retidão de vida que Deus aprova.

Por isso, o Pregador de sabedoria no Antigo Testamento aconselhou aos jovens: “saiba que por todas essas coisas Deus o trará a julgamento” (Eclesiastes 11.9 NVI).

Pedro então conclui: “Desde que todas essas coisas vão ser destruídas desta maneira, que tipo de pessoas vocês devem ser? Vocês devem ser pessoas que levem uma vida pura e dedicada ao serviço de Deus” (2 Pedro 3.11 VFL).

Muita gente tenta ignorar a verdade da nossa responsabilidade perante Deus e o acerto de contas que certamente virá.

E você? Vai ignorar esta verdade para o seu eterno pesar, ou vai entregar a sua vida ao Senhor, servi-lo com alegria e desejar ver o dia em que os justos brilharão como o sol?

Separando bem as pessoas

Conheça o grande princípio separador da fé.

juízo finalO grande princípio unificador da fé cristã é bem reconhecido e promovido. Menos evidente, por causa da religiosidade que prefere ignorar verdades duras, é o princípio separador do Caminho:

É justo da parte de Deus retribuir com tribulação aos que lhes causam tribulação, e dar alívio a vocês, que estão sendo atribulados, e a nós também.
2 Tessalonicenses 1.6-7a NVI

No juízo final, haverá separação, como o próprio Jesus falou, em termos de bodes e ovelhas (Mateus 25.31-33).

Mesmo nesta vida, a igreja é ordenada a se separar dos facciosos, dos falsos mestres e, nesta carta, dos ociosos (3.6-15).

Esta é a espada da separação que Jesus trouxe ao mundo.

Quem aprova?

É Quem conhece a todos.

Deus é juizNão importa o que você pensa de si mesmo. Aprovando ou não, sua opinião, por mais incrível que pareça, não é a que conta. Deus não carimba a opinião nossa a nosso respeito, seja de aprovação, seja de reprovação.

Pois a pessoa só é aprovada quando o Senhor a aprova e não quando é aprovada por si mesma.
2 Coríntios 10.18 NTLH

O Senhor não nos deixa no escuro quanto ao critério que ele usa para aprovar as pessoas. Ele julga conforme seu próprio carácter. Por isso, devemos ser como ele. Cristo nos santifica e o Espírito nos transforma na sua imagem. A Bíblia revela como é Deus.

Resta saber se faremos, ou não, a vontade de Deus conforme revelada nas Escrituras.

 

Qualquer um que queria

Quem insiste no pecado, assiste a ruína.

rebelião traz juízoNa sua maior parte, do lado humano, o Antigo Testamento é a história dos homens que recusavam a fazer a vontade de Deus. Ilustrou bem a necessidade da vinda do Filho do Homem. Como no caso de Jeroboão.

Ainda assim o rei Jeroboão não se arrependeu dos seus maus caminhos, mas continuou a escolher para sacerdotes homens de todo tipo a fim de servirem nos altares dos morros. O rei ordenava como sacerdote desses altares qualquer um que queria ser sacerdote.
1 Reis 13.33 NTLH

O primeiro rei do reino do norte, de Israel, perdeu seu trono e sua família por fazer o que ele achava melhor. Entre suas transgressões, ordenava como sacerdote qualquer um que queria servir.

Nem o confronto direto por um profeta de Deus, o colapso do altar, a paralisia do seu braço e a sua cura não tiveram seu efeito no rei.

Quem insiste no pecado, assiste a ruína.

Como afirma o verso 34: “Esse seu pecado trouxe desgraça e destruição total para a sua família”.

 

Noite de terror

Na Bíblia tem filme de terror!

Pavor pelo juízo de DeusO título parece ser filme de terror. Mas este tem algo em comum com quem foge da palavra de Deus:

Estou cheio de confusão e tremo de medo; esperava que a noite me trouxesse alívio, mas ela só me trouxe pavor.
Isaías 21.4 NTLH

Quem faz a vontade de Deus descansa (Salmo 3.5), mas quem se rebela contra o Senhor não terá paz.

Mas tem mais nesse verso acima. O profeta está falando de si mesmo ao ouvir a visão sobre a destruição de Babilônia, como se estivesse participando da festa real quando cai o juízo de Deus.

Só de pensar na destruição dos outros deve nos deixar acordados de preocupação.

Aqui não há incoerência, mas sensibilidade para com o sofrimento alheio. Que contraste entre Isaías e Jonas!

E nós, somos mais parecidos com qual dos dois profetas?

A culpa do povo de Deus

Assim diz o Senhor: “Por três transgressões de Judá, e ainda mais por quatro não anularei o castigo. Porque rejeitou a lei do Senhor e não obedeceu aos seus decretos, porque se deixou enganar por deuses falsos, deuses que os seus antepassados seguiram, porei fogo em Judá, e as chamas consumirão as fortalezas de Jerusalém”.
Amós 2.4-5 NVI

Depois de declarar o castigo divino sobre Damasco, Gaza, Edom, Amom e Moabe, o profeta Amós se volta a Judá e Israel, que, como seus vizinhos pagãos, também serão alvo do juízo de Deus. Continue lendo “A culpa do povo de Deus”