Cabeça e calcanhar

Gênesis 3.15: Jesus é o descendente que derrota a serpente.

Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar. Gênesis 3.15

Depois do pecado de Adão e Eva, quando confrontados pelo Senhor, Adão culpou Eva e Eva culpou a serpente. Em ordem inversa o Senhor pronuncia o castigo para os três. O verso acima faz parte da maldição da serpente. Continue lendo “Cabeça e calcanhar”

A pressão da multidão

Lucas 4.42: Não se deixe desviar!

Já sabemos a verdade, “Não acompanhe a multidão na prática do mal” Êxodo 23.2 NBV. Mas talvez ainda não estejamos cientes do poder da multidão para nos desviar da nossa missão.

Ao romper do dia, Jesus foi para um lugar solitário. As multidões o procuravam, e, quando chegaram até onde ele estava, insistiram que não as deixasse.
Lucas 4.42 NVI

No próximo verso, Jesus resiste à sua pressão, porque tinha fixado bem na mente a sua missão. Mas nosso propósito aqui é chamar atenção à pressão poderosa que uma multidão pode exercer, muitas vezes, ao sacrifício do senso de missão do indivíduo.

Isso se aplica especialmente ao seguimento de Cristo, ao cumprimento da sua obra na terra, à proclamação da verdade do evangelho, à vida dedicada a Deus.

A multidão talvez nem peça por algo que seja em si errado. Talvez ela queira que a alimentemos ou ajudemos de alguma forma. (Isso se chama egoísmo.) Mas pode nos impedir de fazer a todos o bem maior da salvação.

Que ouça eu a sua voz, ó Deus, convencido sempre pela sua palavra, e não pela pressão da multidão.

Segure essa ideia: Deus convida, enquanto a multidão, / Pra mudarmos o foco, fará pressão.

O mal insopitável

O mal extravasa, não pode ser contido.

excesso da maldadeContra a autosuficiência, a mansidão sinaliza a disposição de acolher a palavra poderosa. Tal disposição significa também o trabalho de eliminar da vida todo o mal, pois por natureza ele extravasa por todos os lados.

Portanto, evitem tudo o que é imoral e deixem de praticar as coisas más que tanto os influenciam. Aceitem com mansidão a mensagem que Deus plantou em seus corações, a qual é poderosa para salvar as suas almas.
Tiago 1.21 VFL

Quando a Versão Fácil de Ler traduz a frase: “as coisas más que tanto os influenciam”, ela tenta fazer sentido da expressão literal: “acúmulo de maldade” (ARA), ou: “excessos do mal” (CNBB), ou ainda: “transbordamento da maldade” (TEB).

O termo para “acúmulo”, “excessos” e “transbordamento” é literalmente “abundância” (assim BLivre). Como entender o termo neste contexto?

Algumas versões o traduzem como “vestígio”, dando a ideia de que o cristão deve tirar qualquer restinho do mal que ainda permanece na sua vida. Embora verdade, não parece que o termo tem este sentido.

Como VFL acima e NVI (“maldade que prevalece”), o mal que existe lá fora é predominante e pressiona o fiel. É o “mal que nos cerca” (NIrV). O cristão, portanto, deve, digamos, empurrar de volta, não permitindo que este mal o influencie. Uma possibilidade.

Outra é a “maldade que toca a vida dos outros” (J.B. Phillips, inglês). Quer dizer, o mal que fazemos nunca é contido, não pode ser controlado, sempre vaza para prejudicar os outros. Traz à mente o velho aviso contra o brincar com fogo. Numa hora ou outra, acaba escapando e se alastrando, destruindo tudo em seu caminho. O rei Davi aprendeu no duro, com Bate-seba.

De qualquer maneira que entendemos o termo, fica a verdade do mal insopitável. Como a língua (Tiago 3), o mal não pode ser dominado. Por isso, temos de nos livrar totalmente do mal, pela palavra que poderosa que nos salva.

Pai celeste, obrigado pela palavra implantada em nós para erradicar o mal. Louvamo-te pela nossa liberdade em Cristo. Amém.

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Um pouco de fermento

O orgulho de vocês não é bom. Vocês Não sabem que um pouco de fermento faz toda a massa ficar fermentada?
1 Corí­ntios 5.6

Massa de paoUma palavra. Um olhar. Um pensamento. Assim começam a ruí­na e a destruição.

Pensamos que podemos acolher em nosso seio um pouco de mal, uma pitada da sensualidade, um momento de raiva, um pouco de preguiça. Continue lendo “Um pouco de fermento”