Quando se deve parar de orar

Atos 22.16: Ananias interrompeu a oração de Saulo.

Quando Saulo chegou a Damasco, após ver o Senhor Jesus no caminho, ele começou a orar e jejuar. Permaneceu três dias assim. O Senhor enviou o discípulo Ananias para pregar-lhe o evangelho. O pregador falou assim ao perseguidor: Continue lendo “Quando se deve parar de orar”

A intenção da exaltação de Jesus, não mera cerimônia

Filipenses 2.10: Jesus não pode ser Salvador sem ser Senhor.

O corpo reflete o estado de nosso espírito. Na Bíblia, a linguagem da postura do corpo revela a atitude interior. Continue lendo “A intenção da exaltação de Jesus, não mera cerimônia”

Amizade com base diferente

João 15.14: Desta amizade some o interesse próprio.

A amizade toma muitas formas. Algumas amizades duram pouco, outras por toda a vida. A amizade pode ter como ponto de ligação uma atividade ou passatempo, ou pode formar por causa de proximidade física. Personalidades semelhantes ou contrastantes podem servir como base que aproxima as pessoas umas às outras. Continue lendo “Amizade com base diferente”

Jesus falou contra a obediência?

João 8.51: Jesus nunca deu a entender que a obediência não fosse necessária à salvação. Pelo contrário!

Há nos evangelhos algum indício da parte de Jesus que a obediência à sua palavra não faria parte do evangelho? Ao contrário, ele dá múltiplos sinais que a obediência é de fato necessária à vida eterna. Continue lendo “Jesus falou contra a obediência?”

Cada um de acordo com o que faz

Salmo 62.11-12: Cuidado! Deus julga conforme sua natureza e os nossos atos.

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É bom escutar, mas temos grande responsabilidade pelo uso dos ouvidos. Devemos escutar com muito cuidado o que Deus diz.

Mais de uma vez tenho ouvido Deus dizer que o poder é dele e o amor, também. Tu, ó Senhor, recompensas cada um de acordo com o que faz.
Salmo 62.11-12 NTLH

Com estas palavras Davi conclui este salmo de confiança. Ele afirma que “Deus é capaz de libertar seu povo e sua libertação é um ato de amor” EBC. Deus castigará aqueles que resistem sua vontade e salvará quem confia nele e não no poder humano.

O termo traduzido como amor (hebraico: hesed) descreve a atitude de Deus dentro da sua aliança com Israel. Mas R.L. Harris amplia seu significado, descrevendo-o como

“um tipo de amor que inclui misericórdia, hannun, quando o objeto está numa condição lastimável. Frequentemente se usam verbos de ação, ‘fazer’, ‘guardar’, e desse modo a palavra refere-se a atos de amor bem como ao atributo de amor. A expressão ‘bondade amorosa’ (…) não está longe do sentido pleno de hesed’” DITAT.

A afirmação dupla sobre a pessoa de Deus, portanto, não é mera afirmação de fato, mas sim de fé.

O princípio do poder/amor divino, o qual o conduz a um juízo justo, se aplica também na nova aliança de Cristo. (Ver, por exemplo, Romanos 2.6ss.) Deus julga o homem pelo que este faz e não somente pelo que fala. Precisamos crer e obedecer a vontade de Deus.

Que alívio saber que, pelos termos da sua aliança bondosa, o Senhor nos julgará, pois podemos saber qual a base do juízo.

Segure esta ideia: Deus é bom e por isso julgará conforme nossos atos.

Chegamos!

Salmo 122.1-2: Alegria é o mandamento de Deus.

O que faz a festa são as pessoas que estão presentes. Nas três festas judaicas realizadas a cada ano por todo Israel em Jerusalém, o que trouxe alegria aos peregrinos era chegar na presença de Deus.

Fiquei alegre quando me disseram: “Vamos à casa de Deus, o SENHOR”. E agora aqui estamos, dentro de Jerusalém.
Salmo 122.1-2 NTLH

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Amigo dos que temem

Salmo 119.63: A relação entre solidariedade e obediência aos preceitos de Deus.

amigos-preceitos-deusNo meio do sofrimento, esquecemos às vezes que vivamos no meio da comunidade dos fiéis. Ou que exista tal comunidade. Sentimo-nos sós. O autor do Salmo 119 não se esqueceu disto.

Sou amigo de todos os que te temem e obedecem aos teus preceitos.
Salmo 119.63

Embora o salmo ressalte a confiança do indivíduo, apesar das suas provações, ele não perde de vista que faz parte duma comunidade. Continue lendo “Amigo dos que temem”

Consequências da obediência parcial

Juízes 2.2b-3: A obediência parcial traz a condenação de Deus.

Após 40 anos no deserto, o povo de Israel aprendeu pouco. Tiveram alguns sucessos sob a liderança de Josué na conquista da terra de Canaã, mas o livro de Juízes registra seu fracasso de exterminar completamente os pagãos da terra.

Mas vocês não me obedeceram. Por que fizeram assim? Por isso, também eu lhes digo: ‘Não expulsarei os cananeus diante de vocês. Eles continuarão ao lado de vocês, e os deuses deles serão armadilha para vocês’.
Juízes 2.2b-3 EP

“Vê-se as consequências da obediência parcial” (C.E. Amerding, “Judges,” International Bible Commentary, F.F. Bruce ed. [Zondervan 1986] 315).

À pergunta do Senhor há apenas um silêncio total. O povo não tem defesa. Se Deus tem sido, e continua sendo, fiel à aliança, como poderiam eles pensar na infidelidade ao Senhor?

Não é que Israel nada fez; o povo deixou de obedecer completamente o  Senhor.

A palavra chave que abre e fecha o parágrafo (versos 1, 5) é o nome do lugar onde o Senhor falou a Israel. O povo o chamou de “Boquim”, que significa pranto, ou pranteadores. Pelo uso deste nome como moldura para a passagem, enfatiza-se a profunda tristeza da desobediência.

Depois do choro do povo, não veio outra palavra de Deus. Assim as coisas ficariam a partir deste momento. Esta palavra explica a situação durante a era dos juízes.

Virão sobre a igreja também os tempos sombrios dos juízes, pela nossa obediência parcial à nova aliança baseada no sangue de Cristo? À pergunta do Senhor: “Como poderiam fazer tal coisa?”, pode haver apenas um silêncio culposo.

Ó Deus, se todos falharem, que eu seja fiel.

Segure esta ideia: Quando abandonarmos de Deus a trilha,/ Os ídolos serão para nós uma armadilha.