Gostei: “O homem não regenerado tem dificuldade de entender como um povo pode ofertar de modo sacrificial e voluntário”. Por esta ótica é perceptível que muitos na igreja, na verdade, não foram regenerados – não nasceram da água e do Espírito [apenas lavaram a ‘sujeira’ exterior do corpo/tomaram banho, como dizem alguns], pois suas ofertas não passam de míseros trocados. Será que o Senhor aceita “trocados” enquanto podemos dar dezenas ou até centenas de vezes mais? Será que nossas ofertas agradam a Deus? Será que não temos sido mesquinhos ou egoístas, ou ainda medrosos? A oferta da viúva pobre foi gigante, não pelo valor monetário [irrisório pela visão consumista humana e/ou para se fazer algo de concreto com ele nos dias atuais, onde talvez as duas moedas não comprasse dois pastéis], mas conforme o texto bíblico, ela deu tudo o que tinha – TUDO! Deus sabe que temos nossos afazeres e contas a pagar – além disso, temos nossos gastos desnecessários em determinadas situações, porém perfeitamente evitáveis -, e infelizmente, muitas vezes, usamos isto com desculpas para não ofertar como convém. O resultado é visto em muitas obras [obra de Deus e não dos homens] não serem realizadas ou sustentadas, pois muitos de nós não ofertam como devem, ou seja, como regenerados pela boa semente, a semente da vida, a semente do evangelho.