Conclusões absurdas entre nós

Pecar mais quer dizer mais perdão? Nem de longe!

Graça de DeusDizem que o amor é cego. Talvez melhor dizer que o amor ignora os desafios e dificuldades de um relacionamento com o sexo oposto. Uma linha de pensamento que ignora evidências chegará a conclusões erradas que conduzirão a grandes decepções.

Alguns pensam na graça de Deus como outros consideram o amor, o resolve-tudo:

Que havemos de concluir? Que vamos permanecer no pecado, para que aumente a graça? De maneira nenhuma! Como iríamos nós, que morremos para o pecado, viver ainda nele?
Romans 6.1-2 BSC

Paulo quer evitar que alguém pense que pecar mais signifique mais graça. Vamos transgredir a lei de Deus para que ele tenha oportunidade de exercer mais perdão? Essa lógica não procede, especialmente à luz de nosso batismo, no qual morremos para o pecado. (Leia os versos em seguida.)

Morrer para o pecado significa ficar separado dele e não ter mais relação com ele. Desta forma, viver pecando não faz sentido.

O ensino do evangelho e a experiência do cristão (neste caso, a imersão) sempre confirmam a verdade e expõe a falsa doutrina que abre a porta para o pecado.

Mas é necessário pensar um pouco, ao invés de proclamar a graça, como fazem hoje os assim chamados progressistas, como a cobertura para a libertinagem e capa para a imoralidade. Pois este é o argumento deles, o qual o apóstolo provou ser falso há muito tempo.

Um pensamento em “Conclusões absurdas entre nós”

  1. A gente encontra essa ideia em Gregóriod e Matos, no poema A JESUS CRISTO, NOSSO SENHOR, onde ele diz no 1° verso:

    Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
    Da vossa alta clemência me despido
    Porque quanto mais tenho delinqüido,
    Vos tenho a perdoar mais empenhado.

    Como se a misericórdia de Deus fosse desculpa para o homem pecar. Infelizmente, o mundo abraça essa ideia que lhe é tão conveniente… Deus nos ajude.

Deixe uma resposta