‘Para cumprir toda a justiça’

Mateus 3.15: Jesus não questionou nenhum mandamento do Pai.

Respondeu Jesus: “Deixe assim por enquanto; convém que assim façamos, para cumprir toda a justiça”. E João concordou.
Mateus 3.15

Jesus não tinha pecado que devia confessar ou pelo qual devia receber o perdão. João batizava as pessoas que se arrependiam dos pecados. Ele reconhecia que o Senhor não tinha pecado e não tinha necessidade da imersão na água. Protestou quando Jesus se apresentou para o batismo. É compreensível seu protesto e ele tinha certa razão.

Jesus, porém, tinha outro motivo pelo qual queria ser batizado. Ele queria obedecer a todos os mandamentos do Pai. Mesmo não precisando ser batizado, ele se submeteu à pregação de João, porque era palavra de Deus. Não questionou, mas tornou-se submisso à vontade do Pai. Assim, ele cumpriu toda a justiça, isto é, ele fez o que era certo.

A descida do Espírito Santo em forma de pombo e a voz do céu declarando o agrado divino com as atitudes do Filho eram sinais de que tudo o que Jesus fazia contava com a aprovação do Pai. Isso porque Jesus obedecia a tudo o que o Pai ordenara.

O que Jesus praticou ele ensinou aos discípulos: a obediência completa, Mateus 28.20. Isto não significa, da nossa parte, um nível de vida sem pecado, mas sim uma atenção a toda a justiça de Deus em Cristo. A retidão é isso: a dedicação, como a de Jesus, de observar todas as ordenanças de Deus; a incansável conformidade ao padrão estabelecido por ele nas Escrituras. Que com isso concordemos.

Nosso Pai, preciso de toda a tua palavra preciosa e justa.

1 pensamento em “‘Para cumprir toda a justiça’”

  1. Verdade. Jesus não queria causar dúvidas quanto à necessidade do batismo nas águas para remissão de pecados. Mas ensinar que ser submisso a Deus não impede que Ele mesmo, como o próprio filho de Deus e cujo profeta reconheceu sua grandeza e pureza, se submeta à mensagem dos profetas.

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