Agora somos gente grande

Gálatas 3.25: Vamos não misturar as coisas.

Já viu fotos ou vídeos de adultos brincando como se fossem crianças? Um homem com chupeta na boca? Alguém de fralda, no meio de brinquedos de neném?

Essa é mais ou menos a cena que Paulo pinta para os gálatas, para mostrar o absurdo da adoção da lei de Moisés por parte dos cristãos.

Agora, porém, tendo chegado a fé, já não estamos mais sob o controle do tutor.
Gálatas 3.25

A fé aqui se refere ao que nós normalmente chamamos de “cristianismo”. (Como na frase: “a fé cristã”.) Chegou a grande conclusão do projeto divino, na pessoa de Jesus. Nele, Deus resolveu de vez o problema do pecado. A lei de Moisés serviu para conduzir o ser humano, como um guarda cuida de um dependente, até chegar o momento de Cristo.

O problema que Paulo aborda em Gálatas é o retorno à lei antiga ou, pelo menos, a mistura dela com a fé. Exatamente o que alguns estão fazendo hoje, achando que a observação de dias, festas religiosas e rituais judaicos tenha algum valor espiritual.

Mas isso representa uma volta à infância, e não um progresso na maturidade.

Paulo afirma que somos gente grande! Somos filhos crescidos de Deus, nascidos, não pela lei, mas sim pela união com Cristo na imersão, versos 26-29.

Não devemos agir, então, como gente grande, como pessoas da fé, com o caráter de Abraão, como herdeiros segundo a promessa?

Em outras palavras, não devemos permanecer fiéis a esta promessa, ao nosso Senhor, a esta graça, ao invés de trocar a fé por coisas que não podem salvar?

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