Jesus entregou o espírito

Mateus 27.50: O último ato humano de Jesus por espontânea vontade.

Depois de ter bradado novamente em alta voz, Jesus entregou o espírito. Mateus 27.50

A primeira vez que Jesus bradou em alta voz, ele citou Salmo 22.1, encontrando frase perfeita para seu sofrimento, expressando a solidão que sentia por causa do afastamento do Pai.

Desta vez, ele brada novamente logo antes de morrer. Foi o brado: “Está consumado!”, João 19.30? Mateus não identifica as palavras, se é que o Senhor usou palavras no último brado. Talvez o autor queira ressaltar o sofrimento do Senhor nos seus últimos momentos de vida.

Com o último brado, Jesus entregou o espírito. O Senhor não se agarrou à vida física. Ele não meramente morreu. Sua morte foi proposital. Ele nasceu para morrer. Cristo veio à terra com a missão de dar a sua vida pelos pecados da humanidade.

Na frase, Mateus reconhece a natureza da morte. Esta é a separação entre espírito e corpo. Tiago escreveu que “o corpo sem o espírito está morto” Tiago 2.26. Quando Jesus entregou seu espírito, ele escolheu morrer. Jesus disse: “dou a minha vida” João 10.15, 17. “Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade” João 10.18.

Entregar o espírito foi o último ato humano de Jesus por espontânea vontade—e pela vontade do Pai. Ele morreu como viveu, de forma proposital. Por trás de tudo, a intenção divina. Ele nos chama a viver, e morrer, de forma proposital também.

Pai, entrego ao Senhor a vida e o espírito.

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