O justo que fraqueja

Há poucos que resistem a torrente do mundanismo.

FirmezaPresenciei há umas semanas uma conversa entre um irmão que considerava fiel e um progressista na igreja. Eu estava ficando contente com a firmeza do primeiro até que o segundo o acusou de criar divisão por causa do seu protesto contra a falsa doutrina. O irmão pediu desculpas e se silenciou.

Como fonte contaminada ou nascente poluída, assim é o justo que fraqueja diante do ímpio.
Provérbios 25.26 NVI

Grande promessa mal cumprida. Assim é a pessoa justa que, por causa da pressão inevitável, cede lugar ao ímpio. O ímpio pode aparecer em qualquer lugar, mesmo na igreja. Ele puxa constantemente para o mal. Lança mão de todos os recursos da pressão para persuadir, pressionar e conseguir, se não a participação, pelo menos, a aceitação dos outros.

Há poucos na igreja, pelo que se vê, que não fraquejam perante a torrente da impureza e mundanismo que cai sobre os fiéis.

Você será um deles?

 

 

6 pensamentos em “O justo que fraqueja”

  1. Onde está o movimento da restauração?

    Muitas congregações locais, já se esqueceram dessa missão!

    Fico triste quando um irmão (ã) se refere a uma pessoa religiosa, como sendo de “outra denominação”!

    Precisamos de muitos Jeremias com fogo nos ossos e de muitos Joãos Batistas para pregar: “arrependam-se”! víboras>>)

  2. Que meditação maravilhosa! É muito fácil fraquejar quando nossas convicções nos colocam em situação de perigo. Esse perigo pode envolver nossa integridade física ou emocional, como a rejeição ou a exposição ao ridículo. É fácil fraquejar — mas também tão humano — como fez Pedro, que negou Jesus 3 vezes ao se ver ameaçado. Difícil é permanecer fiel como fez Daniel que, mesmo em face da morte algumas vezes, permaneceu leal a suas convicções e aos princípios divinos.

    Solicito mudar o email de envio das mensagens para mariairacemamartin@yahoo.com

    Muito obrigada.

  3. “Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo.” (Gl 1:10)

    Paulo disse claramente que quem quer agradar aos homens não é servo de Cristo. Para ser servo de Cristo é necessário agradá-lo, e agradando-o consequentemente desagradará aos homens e suas doutrinas.

    Jesus disse: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lc 6:46)

    Não adianta chamar Jesus de Senhor se não vamos obedecê-lo como Senhor. A clareza de suas palavras não podem ser interpretadas de outra maneira. Para que Ele seja de fato nosso Senhor, precisamos obedecer tudo o que Ele nos ordenou, seja através dos evangelhos, seja através de seus santos apóstolos. Muitos fazem “N” coisas em nome do Senhor, mas não o que Ele realmente quer. Usar as escrituras, dizer o nome de Deus ou de Jesus ou falar que é a vontade dEle não basta; é necessário que aquilo que estamos fazendo ou vamos fazer esteja de acordo com a vontade de Deus. O que importa é vontade dEle e a nossa.

    Sejamos como os bereanos: Nobres! Eles tinham avidez pela Palavra e comprovavam habitualmente o que lhes era ensinado comparando com as escrituras se realmente era assim (At 17:11). É que isto que temos que fazer: comparar com a Palavra de Deus de se fato o que se prega e ensina esta em acordo com ela.

    Tenho feito muitos opositores, mas o que me importa é ter a aprovação de Deus e continuar sob Sua graça e misericórdia exercidas pelo Seu amor incondicional.

    Somos pecadores e carecemos da glória de Deus, mas há uma diferença enorme entre “aceitar e conviver com o erro” e “rejeitar o erro e não conviver com ele”.

    Continue, pois você não está sozinho. Abraço!

Deixe uma resposta