Levantarei as mãos para os mandamentos de Deus

Salmo 119.48: É hora de rejeitar a confusão evangélica.

Quando alguém diz que não devemos idolatrar a Bíblia, é necessário sorrir. É possível idolatrar o próprio Deus? Claro que não! Como seria possível então idolatrar a palavra de Deus?

Também levantarei as mãos para os teus mandamentos, que amo, e meditarei nos teus estatutos.
Salmo 119.48, A21

Levantar as mãos aqui significa louvar. A Bíblia de estudo da NVI afirma que a frase é um ato que acompanha o louvor e indica então aqui o louvor. Um autor achou que se referia à oração, mas ninguém faz oração a um mandamento e sim a Deus. (Ver também Salmo 56.4, 10.)

A referência então é um ato de louvor a Deus por seus mandamentos, os quais nos são dados para nossa aproximação à santa presença divina. (Compare Amós 3.3.)

Ele ama aos mandamentos de Deus. Por muito tempo os cristãos olham para o Antigo Testamento e a velha aliança pelos olhos do legalismo judaico e os judaizantes do primeiro século entre o povo de Deus. A lei não foi peso para os judeus, mas sim prazer, pois permitiu o relacionamento com ele. Foi ato de graça da parte de Deus.

A meditação serve para sua aplicação à vida: “aplicarei cada uma delas à minha vida” (NBV). Ele estuda como praticá-los. O amor aos mandamentos leva à prática. Quem não os pratica não os ama. E quem não os ama também não ama a Deus que os deu.

Os versos 47 e 48 “são ligados pelo amor à palavra, pois a boca que fala a palavra (42, 43) e a vida que a exemplifica (44-46) devem surgir de um coração que a ama” (NBC21).

Essas verdades são as mesmas na nova aliança também. São repetidas no Novo Testamento. Os mandamentos de Deus não são contrários à graça divina, mas sim expressão dela.

É hora de rejeitar a confusão evangélica quanto aos mandamentos na nova aliança. São tão necessários para a salvação eterna (ver Hebreus 5.9) como foram essenciais ao povo de Israel no seu relacionamento com Deus.

Que este verso seja decorado e praticado entre os cristãos hoje!

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