Máximo, maravilha

Não sabemos como nos maravilhar.

DeusUsamos hoje os superlativos para tudo. Praticamente tudo é o “máximo” ou uma “maravilha”. Mas quando tudo é o máximo, nada o é.

Portanto, já que estamos recebendo um Reino inabalável, sejamos agradecidos e, assim, adoremos a Deus de modo aceitável, com reverência e temor, pois o nosso “Deus é fogo consumidor! ”
Hebreus 12.28-29 NVI

Para nós Deus é o paizinho no céu ao invés de fogo consumidor. Nossa visão dele assemelha mais um ursinho de pelúcia do que o Deus único que inspira reverência e temor. Nosso deus arranca aplausos ao invés de cairmos como mortos no chão.

Desconhecemos o Deus que cria com uma palavra, que planeja desde a eternidade e entrega-nos um Reino inabalável, que destroi com um sopro da sua boca, que exige uma adoração aceitável, que se revela como Deus vivo que realiza mais do que podemos pensar ou imaginar.

Este é o Deus que deseja ser conhecido pelas suas criaturas.

3 pensamentos em “Máximo, maravilha”

  1. No mundo religioso infelizmente as pessoas brincam com Deus mas nao esquecem que nosso as coisas de Deus sao sérias e merece respeito

  2. Uma das piores formas que os religiosos tratam a Deus – e isso para não incluir os ímpios que claramente ignoram a existência de Deus por causa de suas atitudes -, é não ter a consciência de sua onisciência e onipresença, além é claro de sua onipotência – virtudes que só Deus tem. Eles tratam a Deus como um ser humano, que não pode ler pensamentos, não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo e não tem poder algum. O deus de muitos é um deus cego, mudo e impotente, pois andam como se não existisse Deus. Pedro em sua primeira carta falou do batismo no capítulo 3 e disse que ao ser batizada, uma pessoa adquire uma nova consciência, ou seja, uma nova forma de relacionar com o Deus, o Criador. Através desta nova consciência, o pecador arrependido passa a andar não segundo a carne – que se corrompe com toda sorte de concupsciências -, mas pelo Espírito, que passa a habitar nele. O lavar no batismo não é do exterior, mas do interior, pois apesar de na prática ser um ato físico – entrar na água, ser imerso e sair da água -, o batismo é algo espiritual, onde o pecador recebe pela graça de Deus, o perdão dos pecados e o selo do Espírito Santo, bem como a nova consciência perante o Criador. O batismo é a morte e sepultamento do pecador para o pecado e a ressurreição para uma nova vida com Deus. Não devemos fazer como muitos, trazer Deus junto à iniquidades humanas (aceitando-as); mas devemos nos aproximar dEle, com santo temor, tremor e reverência, em santificação e piedade. Deus é santo e todo aquele que quer se aproximar dEle precisa e deve ser santificado. Não nos enganemos, “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, …” (Hb 12:14). Somos pecadores, mas a diferença entre cristãos e ímpios é que agora estamos num nível diferente de relacionamento com Deus, onde não temos mais prazer no pecado, como também, não somos mais dominados por ele. O nosso prazer é andar segundo o Espírito e não segundo a carne, segundo a vontade de Deus.

  3. Deus para mim é imenso e poderoso (às vezes, O imagino como se fosse um gigante olhando para mim, criatura insignificante, com amor e compaixão), mas ao mesmo tempo, me segurando em sua mão enorme, com todo cuidado para não me machucar, consciente da minha fragilidade,consciente tb que muitas vezes peco e nem mesmo sei que estou errando e mesmo quando peco consciente, Ele tem misericórdia em me corrigir e disciplinar com amor.Ele é meu Pai, meu Amigo e Quem admiro, respeito e obedeço, dentro das minhas limitações humanas.Este é o meu Deus!

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