Não me deixou sozinho

Jesus sentia certeza da presença do Pai, e podemos também.

Aquele que me enviou está comigo; ele não me deixou sozinho, pois sempre faço o que lhe agrada. João 8.29

Jesus tinha certeza da presença do Pai com ele. No evangelho de João, refere-se frequentemente ao Pai como “Aquele que me enviou”. Para Jesus, o envio do Pai não era um ato único, no passado, para que, no presente, ele tivesse que se virar sozinho. Junto com a missão do Pai, veio a presença do Pai.

Sua presença significava não somente que acompanhava mas que também apoiava e supria toda necessidade. Pensava desde já em ser crucificado, v. 28. Sabia que neste ato ficaria claro que ele é Eu-Sou, Iavé, e que não agia por conta própria nem nas palavras nem nas atitudes.

Jesus sentia esta certeza porque ele fazia o que agradava ao Pai. Jesus obedecia ao seu Pai. Ele cumpriu a missão para a qual tinha sido enviado. Ele não tinha dúvidas de que fazia o que lhe agradava. Ele podia ter esta certeza, não porque era divino e perfeito, mas porque a vontade do Pai era clara e simples. Jesus a conhecia e cumpria.

Precisamos de tal clareza hoje. Podemos fazer o mesmo, agradando a Deus como Jesus fez. Podemos ter a mesma certeza.

Jesus não se sentiu sozinho. Sabia que o Pai estava presente com ele. Via evidências claras da sua presença. Percebia ao longo da sua vida que o Pai estava abençoando sua obediência.

Deus Pai, obrigado por sua promessa de estar presente sempre conosco. Ajude-nos a fazer o que lhe agrada. Queremos ser seus enviados abençoados.

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