Nós ‘fazemos’ Jesus, sim

Deus sim, Jesus sim. Sobre ele, não pode haver dúvida.

JesusA ficção científica imagina coisas mirabolantes. Divertimo-nos com o espalhafato. O cristianismo tem a verdade grandiosa de Cristo, a qual, se não fosse pelo testemunho unido dos discípulos, aparentaria ficção.

Sem nenhuma dúvida, é grandiosa a verdade revelada da nossa religião. Essa verdade é a seguinte: Ele se tornou um ser humano, foi aprovado pelo Espírito de Deus, foi visto pelos anjos, foi anunciado entre as nações, foi aceito com fé por muitos no mundo inteiro e foi levado para a glória.
1 Timóteo 3.16 NTLH

Alguns querem arrancar do cristianismo essas verdades, mesmo religiosos. Um inglês disse a respeito da sua sociedade: “‘Fazemos’ Deus sim, mas não ‘fazemos’ Jesus”. A Inglaterra foi influenciada por séculos pela Igreja Anglicana, mas hoje, como se viu nos recentes tumultos provocados por jovens rebeldes, o país já não tem princípio moral ou religioso, nem da parte da polícia que deixou de impedi-los. Hoje seus templos religiosos estão vazios, alguns sendo vendidos por falta de fiéis e de recursos. Isso porque não ‘fazem’ Jesus.

Esta frase do inglês servem de ilustração para a igreja. Jesus está no centro da nossa fé. Quem não tem certeza destas, e outras, verdades do evangelho, nada tem a ver conosco. Aqui, não pode haver dúvida.

2 pensamentos em “Nós ‘fazemos’ Jesus, sim”

  1. Fico me perguntando às vezes se certos “cristãos” de fato crêem em Deus, o Criador, o Deus da Bíblia, que é onisciente, onipresente e onipotente. Parece que por mais que se fale, por mais que se ensine, por mais que se pregue, por mais que se exorte, o efeito tem sido ao contrário. Se a exortação é para se ter zelo, dedicação e fervor no serviço a Deus, é o contrário o que acontece. Ao invés de zelo, desmazelo; ao invés de dedicação, relaxo; e ao invés de fervor, desânimo. Quando algo errado se torna habitual ou se começa a justificar pecados é preciso acender o sinal de alerta máximo. Quando alguém se habitua a chegar 20, 30, 40 minutos atrasado (ou no “amém”, como gostam de brincar alguns) numa reunião da igreja, é preciso parar e pensar: “isto é zelo?”. Quando alguém habitua-se a faltar as reuniões e trabalhos da igreja, é preciso parar e pensar: “isto é dedicação?”. Quando alguém se habitua a não se envolver na obra de Deus, por “falta de tempo”, cansaço, desânimo ou porque não “vê”,ou não “dá” resultado – como na evangelização de descrentes -, é preciso parar e pensar: “isto é fervor?”. Na verdade não se “vê” ou não se “dá” resultado é porque não faz, pois se fizer, o resultado com certeza aparecerá! Quando estas e outras coisas se tornam hábito na vida de cristãos é porque o desmazelo, o relaxo e o desânimo com Deus e sua a obra já se fazem presentes, ou melhor, já se tornaram hábito. Sair do alvo é pecar; fazer errado é pecar; não fazer o que é bom é pecar; não fazer nada para Deus é pecar. Justificativa não adianta, o que precisamos fazer quando erramos é reconhecer, arrepender, confessar, pedir perdão a Deus e produzir frutos de arrependimento, ou seja, mudança, e radical se for preciso. Quando apenas se justifica os erros, mostra-se nisto a vontade de não querer mudar, não querer deixar o erro, pois já se tornou habitual e normal – isto se chama cauterização da mente. Que o habitual e o normal em nossas vidas não sejam isto, mas a completa dependência do Pai e a confiança que Ele pode transformar totalmente nossas vidas, nossas atitudes e nosso ser. Todo zelo, dedicação e fervor da nossa parte, ainda é pouco para oferecermos ao Senhor. “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando” (Tiago 4:17).

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