O modelo original

Os homens encarregados do trabalho eram diligentes, o que garantiu o progresso da obra de reforma. Eles reconstruí­ram o templo de Deus de acordo com o modelo original e o reforçaram.
2 Crí´nicas 24.13

Atalia, a rainha mãe, e seus filhos tinham arrombado o templo de Deus. O bom rei Joás resolve fazer reparos para que o povo de Deus volte a oferecer sacrifí­cios.

Ele tomou o cuidado de reformar o tempolo conforme o modelo original que Moisés tinha recebido do Senhor. Assim, ele teria certeza de que as reformas seriam aceitas por Deus.

As igrejas hoje Não são mais o que deviam ser, conforme o modelo original do Novo Testamento. Têm sido arrombadas, prostituí­das, desviadas. É preciso voltar ao modelo apresentado por Jesus e seus apóstolos no Novo Testamento, a fim de garantir que Deus se agrade de nossos sacrifí­cios.

Quem será diligente para fazer isso?

1 pensamento em “O modelo original”

  1. O que tenho visto e ouvido ultimamente é um grande desejo da “igreja” se assemelhar com as denominaçíµes. Muitos parecem estar mais preocupados com crescimento fí­sico, financeiro e material do que o espiritual. Vejo poucos decidindo por muitos e estes, claro, apoiando, que a “igreja” precisa mostrar-se “grande” para o mundo. Porque digo isto? Porque estão preocupados em construir “templos” grandiosos e “maravilhosos” para que a igreja possa adorar ao Senhor. Será que é a vontade do Senhor que a igreja construa edifií­cios fisí­cos para adora-lo? Quando começou essa “onda” de edificaçíµes fí­sicas? Começou quando o estado se uniu a “igreja”. Foi quando os imperadores romanos cessaram sua perseguição ao pequeno grupo de fiéis seguidores de Jesus, o “remanescente”, e promoveram essa desastrosa “união”. Que sociedade pode haver entre a luz e as trevas? pela história aí­ começou a construção de templos para “adoração” ao Senhor. Aí­ começou os desvios da doutrina de Jesus. Pela vontade humana e pior, de pagãos, começaram a construir a ruí­na da “igreja” e hoje vemos em que aquele grupo se tornou. O remanescente ficou fiel e foi perseguido por isso, e até hoje aqueles que seguem Jesus fielmente são um pequeno grupo. Não foi portanto, a vontade de Deus a construção de templos fisí­cos para adorá-lo, mas a vontade humana (vontade pagã). Jesus nos ensinou que “vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espí­rito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (João 4:23). O edifí­cio (templo) Não seria construí­do por mãos humanas, mas divinas. “Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifí­cio, casa Não feita por mãos, eterna, nos céus” (2 Corí­ntios 5:1). Os cristãos (fiéis seguidores de Cristo) é o templo de adoração ao Senhor; é o edifí­cio santo. “Assim, já Não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da famí­lia de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo o edifí­cio, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espí­rito” (Ef 2:19-22). Não vi em nenhum lugar do Novo Testamento, Jesus pedindo a igreja que construisse templos para adorá-lo, pois o templo seria os seus próprios seguidores. Os primeiros cristãos entenderam isso e se reunião de casa em casa (At 5:42); onde formavam pequenos grupos que multiplicavam como o ensino do Senhor em relação ao grão de mostarda (Mateus 13:31,32). A Palavra de Deus afirma que os cristãos são a sua famí­lia. Como então eu pergunto que, mal mal conhecemos aqueles que estão ao nosso lado nas reuniíµes? Como é possí­vel ter comunhão com tanta gente ao mesmo tempo? Quantas despesas e burocracias civeis um templo fí­sico pode impor a igreja (água, luz, telefone, IPTU, manutenção, funcionários, estatutos – que tem sido obra de divisíµes – etc.)? Onde a bí­blia autoriza o custeio destas coisas com a oferta dominical? Não vejo outra razão para usar essas dádivas, que Não seja nas necessidades dos santos. Que essas e tantas outras perguntas possam ser feitas para que reflitamos em que o Senhor quer para a sua igreja.

    Os diligentes serão aqueles que tiverem a coragem de dizer Não e voltar para o plano original do Senhor Jesus para a sua igreja. Com grupos pequenos reunindo de casa em casa, afasteremos muitos motivos que podem promover a divisão, além de Não impor tantas cargas financeiras aos já sofridos irmãos em Cristo.
    Que Deus seja louvado.

Deixe uma resposta