Pão para sempre

Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão, viverá para sempre. Este pão é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo. João 6.51.

Compro pão da padaria com frequência. Levanto da cama e saio de carro para comprá-lo. Pão velho não serve, tem que ser fresquinho e, se quente, melhor ainda. (Se o pão tem mais do que uma hora ou duas, para mim já é pão velho.) O pão é símbolo da vida. É um dos elementos básicos da vida, desde o princípio até os dias de hoje.

Jesus não fala sobre a ceia do Senhor neste capítulo.* Ele fala sim sobre sua morte que vale para todos (“alguém”) como sacrifício pelos pecados do mundo — toda a humanidade. (Assim, ao mundo todo devemos oferecer a salvação também.) Ele é “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” João 1.29.

Este pão é vivo, porque dá vida. Porque tem vida em si e consegue transmitir esta vida para quem o aceita. E não uma vida qualquer, mas a vida eterna: “para sempre”.

Alguns veem que o evangelho de João ataca erros de uma filosofia sobre a natureza das coisas físicas. Os gregos achavam esta natureza como sendo má ou, no mínimo, indiferente. Contudo, Jesus declara que sua carne, seu corpo, é a fonte da vida. Ele veio na carne e na carne trouxe vida. (Então, faz uma diferença sim o que fazemos com o nosso corpo.)

Como receber esta vida que vem de Jesus como o pão vivo que desceu do céu? Pela nossa conversão. Pela nossa imersão, na qual encontramos o sangue derramado, purificador, que tira o nosso pecado. E pela nossa dedicação, andando na luz para que este sangue nos purifica sempre, 1 João 1.7.

Você já fez isso? Continua vivendo assim? Se não, hoje é o dia de fazer.

*Este texto é mui apropriado para ser lido durante a ceia, porque fala de Jesus e da sua morte. Porém, o Senhor não tinha em mente a ceia que cristãos comem todo domingo.

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