Por causa do Nome

Eles falaram à igreja a respeito deste seu amor. Você fará bem se os encaminhar em sua viagem de modo agradável a Deus, pois foi por causa do Nome que eles saíram, sem receber ajuda alguma dos gentios. 3 João 7

Anos atrás, uma irmã viúva me perguntou se era lícito enviar sua oferta a um missionário diretamente, ao invés de colocá-la na coleta da igreja. Pois a congregação não ajudava nenhum trabalho da pregação do evangelho. Na época, achei melhor colocar a oferta na coleta da igreja. Hoje, penso que existe um mandamento maior.

Escrevendo ao seu amigo Gaio, o apóstolo João—que se identifica apenas como “o presbítero”—procura tranquilizá-lo quanto ao apoio que dava aos evangelistas. A carta se tornou necessária por causa de Diótrofes, que tinha se colocado como autoridade dentro da congregação. Este falava mal dos apóstolos, recusava a ajudar aos pregadores e expulsava da igreja os irmãos que queriam recebê-los.

Se há uma coisa que um cristão tem de continuar fazendo, é cumprir a missão de Cristo de pregar o evangelho e dar apoio aos que o fazem também, mesmo contrariando as ordens das assim-chamadas autoridades da igreja.

Fazer isto é ato de amor. Como os pregadores fazem por causa do Nome (de Cristo), assim também Gaio faz. As palavras “Jesus” e “Cristo” não aparecem na carta. João escolheu usar “Nome” aqui porque pregaram pela autoridade de Cristo e chamaram todos a aceitá-lo como Senhor. Por causa do Nome temos o “dever” de cumprir a missão, v. 8.

Pai, é dever prazeroso fazer a sua obra, por amor ao Nome!

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