Para ver a glória do Pai

Romanos 6.4: Na vida obediente a glória de Deus aparece.

Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova.
Romanos 6.4

A glória de Deus se manifesta quando obedecemos à sua vontade. Há uma ligação entre a obediência ao mandamento de Deus e a manifestação da sua glória. Continue lendo “Para ver a glória do Pai”

Veja a sua glória

João 1.14: Jesus Palavra expressa a glória de Deus.

Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade. João 1.14

Tornar-se carne significa que Jesus se tornou ser humano. Ele nasceu também da vontade de Deus e não por meios humanos, João 1.13. Ele participou plenamente da vida humana. Viveu entre nós e teve todas as experiências que os homens têm—fome, sede, cansaço, emoções, sofrimento—menos uma—o pecado. Era Deus e era homem. Continue lendo “Veja a sua glória”

Como ter um coração firme

Salmo 108.1: Veja a conexão entre o coração firme e a glória de Deus.

Pode olhar para a perfídia do povo em geral, mas o seu coração não ficará mais firme. Ao contrário. E pode reparar nos que querem fazer-lhe o mal, mas o coração não encontrará motivo de firmeza. Ficará mais temeroso ainda. O coração firme resulta de um foco único. Continue lendo “Como ter um coração firme”

A última coisa que viu nesta vida

Janelinha, janelinha!

O discurso de Estêvão está cercado pelo uso de um mesmo termo. Antes da sua pregação ao sinédrio, Lucas nos informa que os judeus “olhavam firmemente” para Estêvão, que o rosto dele estava como o de um anjo (ver meditação de ontem). E depois da sua pregação, é a vez do pregador:

Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, olhou firmemente para o céu e viu a glória de Deus. E viu também Jesus em pé, ao lado direito de Deus.
Atos 7.55 NTLH

Os judeus olharam hostilmente para Estevâo e, embora vendo rosto de anjo, não enxergaram a razão da sua pregação.

Estêvão, por sua vez, olhou atentamente para o céu. O que viu foi a glória de Deus, pois ele tinha glorificado a Deus pela sua coragem e dedicação na proclamação do evangelho.

E a última coisa que ele viu nesta vida foi, com certeza, a primeira coisa que viu no Além.

Tais olhares fixos nos levam a perguntar: Em quem nós estamos olhando desta forma?

Pai, que meus olhos estejam sempre fixos em Jesus como o guia, exemplo, Senhor e Salvador. Pois desejo ver a sua glória. Amém.

Segure este pensamento: O olho é a janela da alma e a visão de Cristo a ilumina.