Ação: Servir

Mateus 23.11: O seguidor de Jesus procura oportunidades para servir.

LER: “O maior entre vocês deverá ser servo” Mt 23.11.

PENSAR: No corpo de Cristo, os valores são invertidos. A religião falsa procura títulos, posições e honras. O seguidor de Jesus procura oportunidades para servir, necessidades para satisfazer. Desejo de ser importante gera brigas; desejo de servir, a paz. Continue lendo “Ação: Servir”

De onde partiu Jesus na sua humildade

Filipenses 2.6: O ponto de partida de Jesus indica a grande distância que atravessou.

Mede-se longas distâncias hoje entre estrelas e galáxias em termos praticamente impossíveis de compreender. Maior distância ainda foi entre o ponto de partida de Jesus, na sua Deidade, e o seu destino da encarnação. Continue lendo “De onde partiu Jesus na sua humildade”

O mandamento da imitação não é apenas sugestão

Filipenses 2.5: Jesus é modelo e nós o seguimos.

Os mandamentos do Novo Testamento compõem parte essencial do evangelho, tanto que o Caminho de Cristo é chamado, por sinédoque, de mandamento, 2Pd 2.21. E nenhum mandamento expressa a natureza da vida em Cristo como este verso: Continue lendo “O mandamento da imitação não é apenas sugestão”

Cuide dos interesses alheios

Filipenses 2.4: Aqui temos excelente descrição do amor.

A unidade requer que o foco das atenções esteja no próximo e não em mim. Pela conversão, já mudamos o foco, pois Cristo morreu para salvar os outros. Assim, seguimos o exemplo dele, verso 5, mas Paulo agora afirma o princípio antes de ilustrá-lo na vida do Senhor. Continue lendo “Cuide dos interesses alheios”

A bênção sobre si mesmo: Segurança seguindo o próprio caminho

Deuteronômio 29.19: São arrogantes os que se abençoarem na sua desobediência.

Cada um se acha a exceção à regra. A lei aplica a todos, menos eu. É esta atitude da pessoa arrogante perante os termos da aliança com Deus e o castigo prometido aos que o desobedecem. Continue lendo “A bênção sobre si mesmo: Segurança seguindo o próprio caminho”

Antes de ensinar, ser ensinado

Jó 22.22: Elifaz terá de fazer daqui a pouco o que recomenda a Jó.

Elifaz e seus amigos oferecem bons conselhos para Jó, mas eles fazem péssima aplicação no seu caso. Entre os bons conselhos é este, também encontrado por toda parte das Escrituras: Continue lendo “Antes de ensinar, ser ensinado”

A igreja dos pequeninos

A igreja é composta dos pequenos e humildes.

Depois de proclamar a natureza do reino de Deus por meio de parábolas (Mateus 13) e de cercar a edificação da igreja com as verdades gêmeas da sua identidade e missão (Mateus 16), Jesus agora considera a sua essência, no capítulo 18.

Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos céus. Quem recebe uma destas crianças em meu nome, está me recebendo.
Mateus 18.4-5 NVI

Pikaza diz que este capítulo se trata da “estrutura da igreja”* e não está longe de ter razão. Sua natureza é composta dos “pequeninos” (1-4). O desrespeito por estes e por esta natureza essencial da igreja traz condenação eterna (6-9). A preocupação do Pai por qualquer um dos pequeninos deve inibir o desdém por estes da parte da igreja (10-14). Sua preocupação causará a igreja a ser pró-ativa, tomando a iniciativa para restaurar o pequenino perdido (15-21), porque seu interesse maior é o perdão (23-25).

Esta verdade da igreja composta dos pequeninos deve nos impedir de pôr pregadores num pedestal, valorizar demais a educação teológica, curvar-nos perante os ricos entre nós e inaugurar programas de construção para impressionar a comunidade.

Ó grande Deus, o Senhor olha do seu trono para os pobres, as estéreis, os enlutados, os vencidos, para levantá-los. Faça de mim sua mão que os deposita no reino da sua igreja.

Segure este pensamento: O reino não tem lugar para os grandes e poderosos, mas a igreja foi criada para os pequenos e humildes.

*Javier Pikaza, A teologia de Mateus,  2ª. ed. Trad. José Raimundo Vidigal (Paulinas 1984): 94ss.