Reino com poder

Marcos 9.1: O reino começou com poder, e continua com poder.

E lhes disse: “Garanto que alguns dos que aqui estão de modo nenhum experimentarão a morte, antes de verem o Reino de Deus vindo com poder”. Marcos 9.1

A divisão de capítulos entre Marcos 8 e 9 é infeliz. (Lembre-se: os capítulos e os versos foram acrescentados muito tempo depois do período do Novo Testamento, para facilitar a localização.) O verso acima conclui o primeiro anúncio do Senhor sobre sua crucificação. Continue lendo “Reino com poder”

Jesus prega; pregue como Jesus

Mateus 4.17: Devemos pregar o que Jesus pregou.

Daí em diante Jesus começou a pregar: “Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo”. Mateus 4.17

Jesus vivia para o reino de Deus, pregava o reino e, pela sua morte, trouxe o reino aos homens. Israel era o reino pela aliança antiga de Moisés. Em Jesus uma nova manifestação do reino seria estabelecida. Continue lendo “Jesus prega; pregue como Jesus”

A história continua

Atos 1.1-2: Jesus continua a agir e a ensinar por meio da igreja.

Em meu livro anterior, Teófilo, escrevi a respeito de tudo o que Jesus começou a fazer e a ensinar, até o dia em que foi elevado aos céus, depois de ter dado instruções por meio do Espírito Santo aos apóstolos que havia escolhido. Atos 1.1-2

Lucas começa o livro de Atos assim. Ele ressalta a conexão íntima entre a vida e obra de Jesus e a vida e obra da igreja. O que Jesus começou a fazer e a ensinar ele continua a fazer por meio da igreja. Seu segundo livro flui naturalmente do primeiro, pois é uma extensão do mesmo assunto. Continue lendo “A história continua”

Ele verá sua prole

Isaías 53.10: Profecia sobre Jesus vê perdão e povo dele.

Contudo, foi da vontade do Senhor esmagá-lo e fazê-lo sofrer, e, embora o Senhor tenha feito da vida dele uma oferta pela culpa, ele verá sua prole e prolongará seus dias, e a vontade do Senhor prosperará em sua mão. Isaías 53.10

Isaías fala do servo sofredor em termos do povo de Israel, do remanescente e finalmente duma única pessoa. Ele vai afunilando a identificação do servo até chegar no capítulo 53. Neste capítulo ele revela detalhes de como o servo sofreria pelos pecados dos outros.

Esta vontade do Senhor é o seu “plano perfeito” (NBV). Fazer o servo sofrer estava de acordo com o plano divino. Em todo momento, Deus está em controle do desenrolar dos eventos. Continue lendo “Ele verá sua prole”

Quem é o povo de Deus? Estêvão responde

Atos 7.53: Como identificar o povo verdadeiro de Deus.

O sermão de Estêvão serve não somente como momento em que se desencadeia uma grande perseguição contra a igreja em Jerusalém, Atos 8.1, mas também como marco, no livro de Atos, que leva o evangelho aos gentios. Isso porque Estêvão mostra, pela história dos judeus, a rejeição do plano de Deus por eles e a verdadeira natureza do povo de Deus.

A última frase dele, depois de afirmar que eles tinha matado o Justo, é instrutiva: Continue lendo “Quem é o povo de Deus? Estêvão responde”

A descida ao Egito em busca de ajuda

Isaías 3.1: Onde vamos para buscar ajuda?

Deus lamenta sobre seu povo Israel que buscava soluções políticas e militares para ter o sucesso.

Ai dos que descem ao Egito em busca de ajuda, que contam com cavalos. Eles confiam na multidão dos seus carros e na grande força dos seus cavaleiros, mas não olham para o Santo de Israel, nem buscam a ajuda que vem do Senhor!
Isaías 3.1.

Como ele deve se lamentar mais ainda hoje, vendo seu povo, a igreja, buscar soluções materiais e estratégicas que trazem um sucesso superficial, sem mudar o interior e sem facilitar o alcance dos milhões de perdidos. Continue lendo “A descida ao Egito em busca de ajuda”

De neurônios e conexões espirituais

Levítico 19.17: Repreensão uma manifestação de amor e de santidade.

Como criaturas sociais que somos, sentimos profundamente as atitudes e ações dos outros. Recentes pesquisas mostraram que o cérebro físico está em constante fluxo, reajustando diariamente suas conexões neuronais de acordo com as interações humanas.

“Todos os relacionamentos modificam o cérebro”, escreve um autor, “e especialmente nosso vínculo mais íntimo, os quais nos fomentam ou nos falham, alterando os circuitos delicados que formam as memórias, as emoções e aquele suvenir máximo, o ego”.

As mudanças que as interações sociais efetuam no organismo físico são mínimas comparadas ao efeito que elas têm na pessoa interior que somos, a nossa alma eterna. Continue lendo “De neurônios e conexões espirituais”