Seja como Deus, faça como Jesus

Efésios 5.1-2: A amor de Cristo é constante e sacrificial.

Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados, e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus. Efésios 5.1-2

A vida em Cristo é bem resumida por Paulo neste trecho. No centro, a pessoa de Deus. Na execução, o exemplo de Cristo. Na motivação, o amor sacrificial. Continue lendo “Seja como Deus, faça como Jesus”

Ação: Imitar

João 13.15: Jesus é digno de imitação, e nós também.

LER “Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz” Jo 13.15.

PENSAR: Jesus se coloca como exemplo de humildade e serviço a ser imitado pelos discípulos. Em muitos aspectos, ele e o Pai devem ser imitados, Êx 12.42; Mt 5.48; Mc 10.38-39; Cl 3.13; Ef 5.1; Fp 2.5ss; 1Pd 2.21-23. Para tal, é preciso conhecer a Bíblia, saber como eles agem e agir conforme suas atitudes. Quem imita Jesus se torna exemplo aos outros: 1Co 11.1; 1Ts 1.6-7, e se coloca assim, Fp 3.17; 1Tm 4.12; 1Pd 5.3. Continue lendo “Ação: Imitar”

O mandamento da imitação não é apenas sugestão

Filipenses 2.5: Jesus é modelo e nós o seguimos.

Os mandamentos do Novo Testamento compõem parte essencial do evangelho, tanto que o Caminho de Cristo é chamado, por sinédoque, de mandamento, 2Pd 2.21. E nenhum mandamento expressa a natureza da vida em Cristo como este verso: Continue lendo “O mandamento da imitação não é apenas sugestão”

O aspecto mais surpreendente da imitação de Cristo

João 15.9-10: A obediência de Jesus serve de exemplo para seus seguidores.

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Nenhum aspecto da imitação de Cristo nos surpreende mais do que o da obediência aos mandamentos. Continue lendo “O aspecto mais surpreendente da imitação de Cristo”

Caricatura ou imagem de Cristo?

Seja bom artista para desenhar a Cristo.

caricatura ou imagem de CristoNa mesa da sala da minha casa tenho um retrato do meu rosto (veja imagem ao lado) desenhado por um aluno, e feito—tinha que ser, não é?—na sala de aula. Gostei tanto do retrato que a classe o colocou numa moldura e me deu como presente. O retrato é uma caricatura.

A caricatura é um representação de uma pessoa cujas feições ou características são exageradas ou distorcidas para produzir um efeito cômico ou grotesco.

O aluno me desenhou em boa fé e recebi o retrato como elogio.

Em termos espirituais, porém, queremos ser a imagem de Cristo e não a sua caricatura.

Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.
Romanos 8.29 NVI

Formar em nós uma caricatura de Cristo significa termos algumas das suas feições, alguns traços dele, mas em pontos exagerados, com efeito grotesco. Desta forma, carregamos uma imagem distorcida e não o que realmente representa a pessoa perfeita dele.

Esforçamo-nos a ser aquilo que de fato seremos quando ele se manifestar, “como ele realmente é” (1 João 3.2 NTLH).

Pai, eu não tenho condições de artista, para desenhar na minha alma um retrato perfeito de nosso Senhor Jesus. Mas quero cooperar com seu Espírito que produzirá em mim a sua imagem perfeita, para glória de Deus. Amém.

Segure este pensamento: Cada dia quero parecer mais como Cristo.

Agora, sua vez

O que Jesus fez, façamos nós também.

EvangelhoAlguns irmãos, numa tentativa de evitar o compromisso do matrimônio em Mateus 19, afirmam que os evangelhos não se aplicam a nós na era cristã, por pertencerem à velha lei. Mas a própria estrutura do evangelho de Mateus mostra diferente:

Jesus percorria as cidades e as aldeias, ensinando nas suas sinagogas, proclamando o Evangelho do Reino e curando todas as enfermidades e doenças.
Mateus 9.35 BSC

Este verso é quase igual ao de 4.23. Os dois versos servem de moldura para o início do ministério de Cristo e assim descrevem a natureza do que ele faz. Ele ensina e proclama (capítulos 5-7) e cura (capítulos 8-9).

Na conclusão desta parte do evangelho, logo após o verso acima, Jesus manda os discípulos orarem para que Deus envie mais trabalhadores para o campo. No capítulo 10 ele envia seus próprios discípulos. (Não se deve orar por algo que não estiver disposto a fazer.)

Jesus os envia a fazer exatamente o que ele tinha feito: curar e pregar. Embora haja limitações dentro dessa verdade, para eles, geográficas (eles vão primeiro somente na região da Galileia) e, para nós, ministeriais (não podemos mais operar milagres), o princípio vale tanto para a mensagem (“tudo o que tenho ordenado”, 28.19) como para a prática e no desempenho da missão.

O que Jesus fez, façamos nós também. O que Jesus ensinou, ensinemos nós também.