O ateu que deixou a fazenda ao diabo

Neemias 10.39: O que fez o tribunal no caso dele?

No domingo passado, David Powell contou a história no seu sermão, na congregação de North Jackson (Tennessee, EUA), sobre um ateu francês que escreveu o seu testamento deixando a sua fazenda, os equipamentos e celeiros ao diabo.

Quando ele morreu, o tribunal deliberou como melhor respeitar seu desejo. Decidiram, no final, deixar a fazenda ao acaso. Deixaram os campos sem cultivação, entregues ao mato. Deixaram os equipamentos enferrujarem. Deixaram os celeiros cairem pelo abandono.

Deixar a fazenda para o diabo, pensaram os juízes, seria negligenciá-la e deixá-la em desuso.

“(…) assim não negligenciarmos a casa do nosso Deus”.
Neemias 10.39

Tiago disse que é culpado do pecado aquele que sabe fazer o bem, mas deixa de fazê-lo, 3.17. Hebreus alerta repetidamente contra “negligenciar” a salvação e os deveres cristãos, 2.3, 10.25, 13.2, 16.

Existe aquele mal que se opõe incansavelmente contra o bem, Satanás se jogando com tudo contra as forças de Cristo. Mas muitas vezes a melhor ferramenta dele é a de deixar as coisas como estão, sem serem cultivadas ou desenvolvidas, entregues ao desperdício.

Não deixe nenhuma pedra sem ser revirada, ó Deus, para que eu pertença integralmente ao Senhor, e dedicado por inteiro à sua vontade.

Segure essa ideia: Deixar, deixar, sem levantar um dedo, / Pra Satanás é o principal enredo.