Ação: Verdadear

Efésios 4.15: O neologismo expressa uma atitude completa sobre a verdade.

LER: “Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” Ef 4.15.

PENSAR: O neologismo acima expressa o termo grego alētheuō, para o qual o português não tem termo correspondente. Significa falar a verdade, Gl 4.16, e “permanecer conectado à verdade (do evangelho), segurando-a (…) amando-a, professando-a, cumprindo-a; em outras palavras, conformando a conduta a ela” (Spicq). Continue lendo “Ação: Verdadear”

Do coração para a boca

Lucas 6.45: O coração é completa dedicação; a boca é o ensino.

Fala-se muito em ser uma pessoa do bem. O mundo, porém, tem pouca ideia do que significa ser boa pessoa. É mais do que bons modos. Algumas das pessoas mais ímpias são, nos tratos com elas, muito agradáveis. Continue lendo “Do coração para a boca”

Elimine os maus!

Salmo 101.8: Para cultivar a justiça, é necessário retirar os maus.

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Sl 101. O rei, como responsável pelo bem-estar espiritual da nação de Israel, declara sua intenção de fazer valer a vontade de Deus entre o povo e de manter a lealdade e a justiça (1). Ciente da influência forte que os outros exercem, ele quer se cercar pelos fiéis e íntegros (6).

A cada manhã, destruirei todos os ímpios da terra, para eliminar da cidade do SENHOR todos os que praticam o mal.
Salmo 101.8, A21

8. A tarefa diária (NLT) do rei seria a de eliminar os maus dentro da nação. Seria algo que faria com zelo, sem descanso, dia a dia (OL).

Se o rei de Israel tinha tanto cuidado assim, quanto mais devem os supervisores retirar, sem demora, do meio das congregações pelos quais têm responsabilidade os infiéis e perversos de coração!

Minha conduta depende somente de mim

É preciso agir e não reagir.

Atitude do cristãoNo mundo, as pessoas reagem às suas circunstâncias e aos outros ao seu redor. Determinam suas atitudes e ações baseando-se no que os outros fazem. O cristão não segue o padrão do mundo.

Escravos, sujeitem-se a seus senhores com todo o respeito, não apenas aos bons e amáveis, mas também aos maus.
1 Pedro 2.18 NVI

Mesmo com senhor ruim, o escravo cristão podia servir com respeito e esmero. Quem determinava suas atitudes era Cristo e não o amo dele.

Da mesma forma, em todas as áreas da vida, o cristão age com o Senhor Jesus como seu critério. Deixa de reagir aos outros. Tal referência no Senhor lhe proporciona segurança e integridade.

Senhor que não muda com os ventos, obrigado por me dar meios para ser sempre o mesmo, como Jesus é o mesmo ontem, hoje, e para sempre. Amém.

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Dá fim à maldade dos ímpios!

Quem tem, sabe. Quem não tem, titubeia.

CertezaSem uma vida dedicada a Deus, faltamos a certeza da sua causa e a clareza da santidade. Com uma vida dedicada, podemos falar com confiança.

Deus justo, que sondas as mentes e os corações, dá fim à maldade dos ímpios e ao justo dá segurança.
Salmo 7.9 NVI

O fato de Deus sondar mentes e corações não foi motivo para Davi deixar de pedir o juízo de Deus, mas serviu exatamente como a sua razão. Pois ele sabia de que lado estava.

Se você titubeia sobre o juízo, bem pode ser indício de falta de integridade (verso 8) no seu relacionamento com Deus.

Se é o caso, há necessidade do arrependimento.

Pai, que eu esteja certo do meu relacionamento com o Senhor, para que eu tenha certeza de todo o resto. Pela justiça de Cristo, amém.

A multidão atropelante

Nesse meio tempo, tendo-se juntado uma multidão de milhares de pessoas, ao ponto de se atropelarem umas às outras, Jesus começou a falar primeiramente aos seus discípulos, dizendo: “Tenham cuidado com o fermento dos fariseus, que é a hipocrisia”.
Lucas 12.1

Evito multidões, mas já fiquei no meio de um aperto de muita gente.

Como no cortejo de Tancredo Neves Belo Horizonte em 1985, quando várias pessoas morreram por causa do descontrole da multidão.

Lucas parece sugerir que o atropelamento de gente é mais do que um problema de números. Dá a impressão de certa hostilidade.

É no meio dessa pressão da multidão que Jesus alerta contra a hipocrisia.

Pois esta é o desejo de agradar à maioria, de impressionar as pessoas, de se tornar algo que não é para ganhar a aprovação da turma.

“Sejam quem são como discípulos meus”, disse o Mestre, “ao invés de seguir o modelo religioso popular dos fariseus”.

Lugar mais seguro, longe do atropelamento da multidão, está nos telhados proclamando quem somos em Jesus (v. 3).