Deus quer frutos

A paciência de Deus tem limite.

Jesus espera encontrar fruto na vida do seu povo. Se não achar, virá juízo.

Então Jesus contou esta parábola: —Certo homem tinha uma figueira na sua plantação de uvas. E, quando foi procurar figos, não encontrou nenhum.
Aí disse ao homem que tomava conta da plantação: —Olhe! Já faz três anos seguidos que venho buscar figos nesta figueira e não encontro nenhum. Corte esta figueira! Por que deixá-la continuar tirando a força da terra sem produzir nada?
Mas o empregado respondeu: —Patrão, deixe a figueira ficar mais este ano. Eu vou afofar a terra em volta dela e pôr bastante adubo. Se no ano que vem ela der figos, muito bem. Se não der, então mande cortá-la.
Lucas 13.6-9 NTLH

O Senhor mostra paciência, como ensina a parábola, mas a nota predominante é de juízo iminente. Deus é paciente, mas sua paciência tem limite. Jesus contou esta história contra Israel, que seria rejeitado como povo de Deus. A nação deixou de fazer a obra dele. Tinha uma última chance para mudar.

O mesmo princípio se aplica à igreja e aos cristãos. Se deixarmos de cumprir a vontade dele na terra e de fazer a obra dele, ele nos cortará.

A paciência de Deus resultará em nosso arrependimento, ou continuaremos na improdutividade?

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A árvore na floresta

Deus quer que todos sejam salvos.

EvangelhoA frase tem várias formas, mas a ideia é de não conseguir ver o bosque por causa da árvores. Em termos do grande e abrangente plano de Deus, para Paulo, vendo uma árvore, vê-se a floresta.

Pergunto então: terá Deus rejeitado o seu povo? De maneira nenhuma! Pois também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim.
Romanos 8.1 BSC

A carta aos Romanos não é nada senão uma grande declaração missionária, da mão de um enviado cuja visão inclui o mundo inteiro, vendo sempre o próximo campo a ser trabalhado.

Dentro dessa visão, o povo de Israel tem de ser considerado. A igreja se torna cada vez mais populada pelos gentios. Isso seria sinal da rejeição do povo de Israel? De forma alguma! O próprio Paulo é evidência disso. Nesse caso, uma árvore sinaliza a existência do bosque.

Nem todo Israel segundo a carne será salvo. Mas todo Israel segundo a fé será salvo. Assim, a igreja constitui o “Israel de Deus” (Gálatas 6.16), o novo povo de Deus, como traduz a New Living Translation.

Por isso, o evangelho deve ser pregado a todos. Devemos orar pela conversão de todos. Devemos abrir novos campos de pregação. Devemos proclamar Cristo incansavelmente.

Muitos rejeitarão a mensagem. Mas na próxima esquina, quem sabe se veremos uma única árvore.

O favorito não ganhou

Se Israel era povo de Deus, porque rejeitou o evangelho?

IsraelNão é incomum em algum esporte ou corrida o favorecido perder a competição. Aquele que todos pensavam que chegaria primeiro, por algum motivo deixa de cumprir as expectativas. Foi assim também com Israel. O povo tinha tanta vantagem, mas no final acabou fora do reino de Deus.

Deles [dos judeus] são os patriarcas, e a partir deles se traça a linhagem humana de Cristo, que é Deus acima de tudo, bendito para sempre! Amém.
Romans 9.5 NVI

A rejeição de Israel é mais lastimável ainda porque o povo estava rejeitando o próprio Deus na pessoa de Cristo. Ele surgiu no meio de povo, conforme o plano de Deus, para a redenção do mundo, “mas os seus não o receberam” (João 1.11). O povo do Senhor vira as costas para Deus-conosco!

Nos capítulos 9-11 de Romanos, Paulo mostra que a palavra de Deus ainda se cumpriu, mesmo com a rejeição de Israel. Para demonstrar isso, cita as Escrituras copiosamente, de modo que 40% dos 90 versos são citações. Uma palavra chave é “remanescente” (verso 27). Faz questão de mostrar que a seleção do povo nunca foi em base puramente física. A promessa divina não falhou. Pelo contrário, cumpriu-se conforme o plano de Deus.

Israel tinha tanta vantagem, a qual a maioria jogou fora porque preferiu seguir as próprias ideias.

Na igreja será diferente hoje?

 

Quer que outros pensem bem a seu respeito?

Que Deus pense bem de você.

opinião popularQual a sua reputação? O que os outros dizem a seu respeito? Mesmo que falem bem, não significa que entendem sua vida de obediência nem o Deus que serve. Veja o que disseram os oficiais do rei Ben-Hadade, da Síria, a respeito da Acabe, rei de Israel:

Seus oficiais lhe disseram: “Soubemos que os reis do povo de Israel são misericordiosos. Nós vamos até o rei de Israel vestidos com panos de saco e com cordas no pescoço. Talvez ele poupe a tua vida”.
1 Reis 20.31 NVI

Acabe poupou a vida de Ben-Hadade. Só que Deus tinha ordenado que o matasse. Foi Acabe mais justo, mais misericordioso, do que Deus? Certo que não. Neste caso, Deus deu a vitória de Israel sobre a Síria e mandou destruir o rei inimigo.

E, por causa da sua desobediência, mandou que Acabe morresse no lugar de Ben-Hadade (verso 42).

Os sírios nada entenderam sobre Deus (falaram que era deus das montanhas, mas não das planícies), nem sobre o seu povo. E ao rei Acabe, nada valia sua reputação de ser bondoso.

Melhor é ser conhecido como alguém que obedece a Deus em todas as coisas do que ter reputação de misericordioso e bondoso. Não acha?

Pai bondoso, que eu me importe com sua opinião a meu respeito, ao invés da minha reputação no meio das pessoas do mundo.

O positivo do mau exemplo

Um grande exemplo, de como não fazer

idolatria de IsraelAlguns já falaram isso em tom de brincadeira, mas não é brincadeira nenhuma. A única coisa de positivo que pode tirar da vida de alguns é um exemplo de como não fazer! Paulo basicamente diz isso a respeito de Israel:

Tudo isso aconteceu a fim de nos servir de exemplo, para nós não querermos coisas más como eles quiseram, nem adorarmos ídolos, como alguns deles adoraram.
1 Coríntios 9.6-7a NTLH

A história de Israel é basicamente a narrativa de como não servir a Deus. É só ver o volume que os livros proféticos compõem dentro da Bíblia para ter noção do constante desvio do povo de Deus sob a lei mosaica. Os profetas foram enviados por Deus para chamar a nação de volta ao caminho antigo. Mas eles escutaram? Nada!

Foram teimosos na sua própria vontade, insistentes no pecado, influenciados constantemente pelas nações ao redor, resistentes ao propósito divino, ignorantes da sua palavra — enfim, tudo que fizeram de errado serve de lição para nós. Se fizermos o contrário de Israel, vamos andar muito bem na vontade de Deus.

No final, Deus usa o mal de Israel para produzir bem na sua igreja. Ele consegue tirar algo de positivo do grande estrago israelita. A grande pergunta é: Vamos aprender a lição?

A culpa do povo de Deus

Assim diz o Senhor: “Por três transgressões de Judá, e ainda mais por quatro não anularei o castigo. Porque rejeitou a lei do Senhor e não obedeceu aos seus decretos, porque se deixou enganar por deuses falsos, deuses que os seus antepassados seguiram, porei fogo em Judá, e as chamas consumirão as fortalezas de Jerusalém”.
Amós 2.4-5 NVI

Depois de declarar o castigo divino sobre Damasco, Gaza, Edom, Amom e Moabe, o profeta Amós se volta a Judá e Israel, que, como seus vizinhos pagãos, também serão alvo do juízo de Deus. Continue lendo “A culpa do povo de Deus”

Entre todos os povos

Proclamem a sua salvação dia após dia! Anunciem a sua glória entre as nações, seus feitos maravilhosos entre todos os povos!
1 Crônicas 16.23-24

Cada povo tem seus costumes e cerimônias que o distinguem e que servem para diferenciar a sua cultura das demais. Mas o povo de Deus tem mais. Continue lendo “Entre todos os povos”