Vão desfalecer no caminho

Marcos 8.3: Jesus nos oferece o que precisamos para chegar em casa.

Se eu os mandar para casa com fome, vão desfalecer no caminho, porque alguns deles vieram de longe. Marcos 8.3

Fiz a minha primeira viagem internacional em 1976. Ao longo dos anos, reparei que o viajante acaba se esquencendo de algo que precisa durante o período que fica fora de casa, ainda mais quando tem uma família inteira. Ainda bem que, na maioria dos destinos, há lojas, farmácias e supermercados que podem suprir as necessidades. Continue lendo “Vão desfalecer no caminho”

Jesus interpreta

Lucas 24.44-45: A Bíblia é sua própria interpretação da história.

E disse-lhes: “Foi isso que eu lhes falei enquanto ainda estava com vocês: Era necessário que se cumprisse tudo o que a meu respeito está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”.
Então lhes abriu o entendimento, para que pudessem compreender as Escrituras. Lucas 24.44-45

Desenvolveu-se toda uma ciência para interpretar as Escrituras. É bom que tenhamos ferramentas para entender melhor a Bíblia. Nunca devemos nos esquecer, porém, que a própria palavra de Deus já é uma interpretação divina e sagrada dos eventos dentro da história. Na sua sabedoria infinita, Deus não nos deu um livro de teologia, filosofia ou sociologia. Deus não escreveu um volume de princípios abstratos. Ele nos conta a sua história. Continue lendo “Jesus interpreta”

De onde consegue tudo isso?

Marcos 6.2: Fora da categoria religiosa, o ensino de Jesus impressionava.

No sábado [Jesus] começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o estavam escutando ficaram admirados e perguntaram:
— De onde é que este homem consegue tudo isso? De onde vem a sabedoria dele? Como é que faz esses milagres? Marcos 6.2 NTLH

Jesus não se encaixou nas categorias religiosas da sua época. Ainda mais, seus milagres confirmaram a veracidade do seu ensino. Este fez grande impacto pela simplicidade e pela força da verdade. Fora os grandes centros e longe das estruturas religiosas que controlavam o povo, Jesus deixou as pessoas perplexas e admiradas. E provocava grandes conflitos e diferenças de opinião entre o povo. Continue lendo “De onde consegue tudo isso?”

A obra contínua de Cristo

A obra de Jesus não parou depois da sua morte.

Portanto, ele é capaz de salvar definitivamente aqueles que, por meio dele, aproximam-se de Deus, pois vive sempre para interceder por eles. Hebreus 7.25

A morte de Jesus na cruz foi suficiente, sem necessidade de nenhum outro ato para redimir o homem. Seu sacrifício foi único, servindo uma vez por todas. Mas isso não significa que Cristo deixou de atuar no plano de Deus, depois de subir aos céus e assentar-se à direita de Deus. Ele continua trabalhando como Senhor glorioso. Continue lendo “A obra contínua de Cristo”

Julgando por si mesmos

É necessário julgar corretamente—especialmente em relação a Jesus.

“Por que vocês não julgam por si mesmos o que é justo?
Lucas 12.57

O ser humano foi criado para raciocinar e chegar a conclusões válidas, baseadas nas evidências que ele acumula. O Senhor Jesus repreendeu as pessoas do seu dia por não julgar corretamente. Elas deviam usar esta função divinamente concedida, ao invés de usar um raciocínio errôneo, especialmente em relação ao próprio Jesus, João 7.24. Continue lendo “Julgando por si mesmos”

A história continua

Atos 1.1-2: Jesus continua a agir e a ensinar por meio da igreja.

Em meu livro anterior, Teófilo, escrevi a respeito de tudo o que Jesus começou a fazer e a ensinar, até o dia em que foi elevado aos céus, depois de ter dado instruções por meio do Espírito Santo aos apóstolos que havia escolhido. Atos 1.1-2

Lucas começa o livro de Atos assim. Ele ressalta a conexão íntima entre a vida e obra de Jesus e a vida e obra da igreja. O que Jesus começou a fazer e a ensinar ele continua a fazer por meio da igreja. Seu segundo livro flui naturalmente do primeiro, pois é uma extensão do mesmo assunto. Continue lendo “A história continua”

Jesus em pé

Atos 7.55-56: À direita de Deus Jesus fica sentado. Por que se pôs em pé?

Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, levantou os olhos para o céu e viu a glória de Deus, e Jesus em pé, à direita de Deus, e disse: “Vejo os céus abertos e o Filho do homem em pé, à direita de Deus”. Atos 7.55-56

O sermão de Estêvão foi uma grande acusação contra os judeus. Ele os acusou de resistência ao Espírito Santo e recusa de obedecer a Lei. Ele pregou assim porque estava cheio do Espírito Santo. (Engana-se redondamente quem pensa que o evangelho fala só de graça e amor.) Os judeus confirmaram as palavras de condenação de Estêvão pela sua reação, v. 54.

Neste exato momento, abriu-se para ele uma visão celestial. No centro da visão, Jesus ficava em pé. Continue lendo “Jesus em pé”

Autor da salvação gloriosa

Hebreus 2.10: O plano de Deus é bem descrito nesses termos.

Ao levar muitos filhos à glória, convinha que Deus, por causa de quem e por meio de quem tudo existe, tornasse perfeito, mediante o sofrimento, o autor da salvação deles. Hebreus 2.10

O Novo Testamento utiliza muitas maneiras de descrever o objetivo de Deus ao prosseguir com seu plano de redenção. Uma das frases mais belas é levar muitos filhos à glória. Um autor chamou este verso “a afirmação fundamental” do livro de Hebreus (NCBC). Continue lendo “Autor da salvação gloriosa”

Vemos Jesus

Hebreus 2.8-9: Devemos ver Jesus como o Salvador.

Ao lhe sujeitar todas as coisas, nada deixou que não lhe estivesse sujeito. Agora, porém, ainda não vemos que todas as coisas lhe estejam sujeitas. Vemos, todavia, aquele que por um pouco foi feito menor do que os anjos, Jesus, coroado de honra e de glória por ter sofrido a morte, para que, pela graça de Deus, em favor de todos, experimentasse a morte. Hebreus 2.8-9

O escritor de Hebreus acaba de citar Salmo 8 para aplicá-lo a Jesus. A mensagem do Senhor trata de “tão grande salvação” e merece toda a nossa atenção, 2.1-4. Agora, ele explica por que foi necessário Jesus se tornar menor do que os anjos por um tempo, 2.5-18. Continue lendo “Vemos Jesus”

Reino espiritual

João 18.36: O reino de Cristo não é deste mundo.

Disse Jesus: “O meu Reino não é deste mundo. Se fosse, os meus servos lutariam para impedir que os judeus me prendessem. Mas agora o meu Reino não é daqui”. João 18.36

No Antigo Testamento, quando Israel era o povo de Deus, a manifestação do reino de Deus na terra era física e terrena. Ao povo foi dada a terra de Canaã, com fronteiras e divisas estabelecidas. Muitas promessas que o Senhor tinha feito ao povo eram materiais. Havia um rei, um governo, uma cidade (Jerusalém) como capital e leis que determinavam como viver como cidadãos. A identidade do povo dependeu da descendência da parte de Abraão. Continue lendo “Reino espiritual”