Jesus, motivo de arrependimento

Atos 17.30-31: A ressurreição de Cristo é prova do juízo final e da necessidade do arrependimento.

No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam. Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio do homem que designou. E deu provas disso a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. Atos 17.30-31

Antes de Cristo vir ao mundo, Deus era mais tolerante. Ele permitiu coisas, até entre o povo de Israel, que hoje não permite mais, Mateus 19.3-12. Agora, porém, na nova aliança que Deus fez em Cristo, as coisas mudaram. Continue lendo “Jesus, motivo de arrependimento”

Deus vai acertar as contas conosco

O juízo bota medo nos desobedientes.

JuízoPor tudo o que fazemos nesta vida, teremos de dar conta. Nenhum ato ficará sem registro. Na parábola dos talentos, tudo gira em torno deste fato:

Depois de muito tempo, o senhor daqueles servos voltou e acertou contas com eles.
Mateus 25.19 VFL

O pregador Charles Box escreveu:

Nossos feitos, bons e maus, estão abertos perante Deus. As Escrituras deixam claro que Deus não somente faz registro do que falamos e fazemos, mas que também nos julgará conforme nossos atos, e também conforme o que deixamos de falar ou fazer, mas devíamos ter falado ou feito.

Com tal verdade, não é de se admirar que, “quando Paulo lhes falou a respeito de justiça, de domínio próprio e de julgamento futuro, Félix ficou com medo” (Atos 24.25 VFL). Dá para amedrontar, sim. Especialmente se não estamos exercendo o domínio próprio e a retidão de vida que Deus aprova.

Por isso, o Pregador de sabedoria no Antigo Testamento aconselhou aos jovens: “saiba que por todas essas coisas Deus o trará a julgamento” (Eclesiastes 11.9 NVI).

Pedro então conclui: “Desde que todas essas coisas vão ser destruídas desta maneira, que tipo de pessoas vocês devem ser? Vocês devem ser pessoas que levem uma vida pura e dedicada ao serviço de Deus” (2 Pedro 3.11 VFL).

Muita gente tenta ignorar a verdade da nossa responsabilidade perante Deus e o acerto de contas que certamente virá.

E você? Vai ignorar esta verdade para o seu eterno pesar, ou vai entregar a sua vida ao Senhor, servi-lo com alegria e desejar ver o dia em que os justos brilharão como o sol?

Separando bem as pessoas

Conheça o grande princípio separador da fé.

juízo finalO grande princípio unificador da fé cristã é bem reconhecido e promovido. Menos evidente, por causa da religiosidade que prefere ignorar verdades duras, é o princípio separador do Caminho:

É justo da parte de Deus retribuir com tribulação aos que lhes causam tribulação, e dar alívio a vocês, que estão sendo atribulados, e a nós também.
2 Tessalonicenses 1.6-7a NVI

No juízo final, haverá separação, como o próprio Jesus falou, em termos de bodes e ovelhas (Mateus 25.31-33).

Mesmo nesta vida, a igreja é ordenada a se separar dos facciosos, dos falsos mestres e, nesta carta, dos ociosos (3.6-15).

Esta é a espada da separação que Jesus trouxe ao mundo.