Agora somos gente grande

Gálatas 3.25: Vamos não misturar as coisas.

Já viu fotos ou vídeos de adultos brincando como se fossem crianças? Um homem com chupeta na boca? Alguém de fralda, no meio de brinquedos de neném?

Essa é mais ou menos a cena que Paulo pinta para os gálatas, para mostrar o absurdo da adoção da lei de Moisés por parte dos cristãos. Continue lendo “Agora somos gente grande”

O “se” impossível

Por esse veículo, nunca chegaremos lá.

Qual é o veículo que pode nos levar a Deus? Essa é a grande questão para o ser humano. Para sermos aceitos por Deus, a dependência de obras, como aquelas praticadas por meio da lei de Moisés, é incapaz de nos ganhar a sua aprovação.

Pois, se tivesse sido dada uma lei que pudesse conceder vida, certamente a justiça viria da lei.
Gálatas 3.21b NVI

Se por nossa conduta apenas é possível ser aprovados por Deus, então Cristo não precisava vir ao mundo.

Mas isso é “impossível” para quem segue a lei, Romanos 8.3.

Então precisamos do sacrifício de Cristo, cujos benefícios encontramos na imersão, Romanos 6.1-4. Para isso, é necessário obedecê-lo.

Você tem a vida que vem, não por lei, mas por Cristo?

Deus Senhor, mostre-nos o caminho por meio do Justo, seu Filho Jesus Cristo.

Segure essa ideia: Nem a lei de Moisés não resolvia para o povo, então muito menos o nosso próprio conceito do que é correto. Somente Cristo é a solução.

Que delícia essa morte!

Uma morte que significa liberdade!

Morte de CristoO assassino sabia que só podia casar-se novamente no caso da morte da esposa. Então, resolveu matá-la, para ter a liberdade de segundo casamento. Sua teologia estava correta, mas sua conclusão faltava muito. Paulo tem tanto a teologia certa como a conclusão correta.

Assim, meus irmãos, vocês também morreram para a lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerem a outro, àquele que ressuscitou dos mortos, a fim de que venhamos a dar fruto para Deus.
Romanos 7.4 NVI

Viver para a lei significa provar a própria bondade pela observação perfeita da lei. Impossível isso. O resultado disso é que a lei somente tem o poder de acusar e condenar.

Quando morremos para a lei, ficamos livres desse projeto impossível. Paulo usa a figura do casamento, no qual a morte separa os cônjuges. Pela nossa morte para a lei, ficamos livres e chegamos a pertencer a Cristo, que traz o perdão e a santidade necessária para a presença de Deus. E produz fruto para Deus, nossa santificação.

Esta liberdade da lei e o pertencer a “outro”, Jesus Cristo, por meio do seu corpo (crucificado e ressurreto) faz com que essa morte seja uma delícia, pois ela nos traz até a presença de Deus.