O Cordeiro de Deus

João 1.29: Para receber o perdão, precisamos ver o Cordeiro.

No dia seguinte João viu Jesus aproximando-se e disse: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” João 1.29

Num dia João afirma não ser o Messias, e no outro ele aponta Jesus como o Enviado de Deus. Diz que seu trabalho existia para revelá-lo a Israel, v. 31. O trabalho de Jesus, porém, não seria limitado ao povo judaico. Ele nasceu entre os judeus, trabalhou entre eles, foi morto por eles, mas sua obra visava tirar o pecado do mundo, de toda a humanidade. Continue lendo “O Cordeiro de Deus”

Para não pecar, mas se pecar?

1 João 2.1: Evitemos o pecado. Recorramos a Jesus quando pecamos.

Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. 1 João 2.1

Havia na igreja gente que fazia pouco caso do pecado. Evidentemente, pensavam que estavam acima da preocupação de tirar e manter o pecado fora da sua vida. Na sua primeira carta, João escreveu muito mesmo sobre a necessidade de não viver pecando. Ele anda com sucesso entre dois erros: afirmar não ter pecado e desprezar a luta contra o pecado. Continue lendo “Para não pecar, mas se pecar?”

Melhor não ter nascido

Marcos 14.21: Qual o propósito da vida?

O Filho do homem vai, como está escrito a seu respeito. Mas ai daquele que trai o Filho do homem! Melhor lhe seria não haver nascido. Marcos 14.21

Jó expressou o desejo de nunca ter nascido, tão grande foi o seu sofrimento. Na sua confusão moral, Salomão considerou melhor do que os vivos e os mortos “aquele que ainda não nasceu, que não viu o mal que se faz debaixo do sol” Ecclesiastes 4.3. Continue lendo “Melhor não ter nascido”

Pecador, não

Tenhamos cuidado para não justificar a prática do pecado.

O mundo, em termos bíblicos, é a humanidade contra Deus, um de vários sentidos. A palavra pecador, no Novo Testamento, é o indivíduo contra Deus. Como neste verso:

Pensem bem naquele que suportou tal oposição dos pecadores contra si mesmo, para que vocês não se cansem nem desanimem.
Hebreus 12.3 NVI

Assim, os cristãos acabam errando e cometendo pecado, Gálatas 6.1; Tiago 3.2; 1 João 2.1, mas não são pecadores, neste sentido. O Novo Testamento não chama os santos de Deus de pecadores, pois pararam de praticar o pecado. Continue lendo “Pecador, não”

Ação: Chorar

Lucas 6.21: Leve a sério o pecado, sentindo o mal que causa para todos.

LER: “Bem-aventurados vocês, que agora choram, pois haverão de rir” Lc 6.21.

PENSAR: Devemos chorar pelo próprio pecado, Lc 22.62, e pela condenção do mundo rebelde, Lc 19.41. Jesus chorou perante a morte, Jo 11.35, ato de solidariedade, Rm 12.15. Quem deixa de chorar agora, lamentará depois, Lc 6.25; Jo 16.20. Troquemos o riso mundano pelo choro, Tg 4.9. Pelo tempo curto, devem viver “aqueles que choram, como se não chorassem” 1Co 7.29ss. No céu não haverá choro, Ap 21.4. Continue lendo “Ação: Chorar”

Ação: Fugir

1 Coríntios 6.18: Evite situações de tentação potencial, saia delas abruptamente.

LER: “Por isso, meus amados irmãos, fujam da idolatria” 1Co 10.14.

PENSAR: Paulo usa o verbo fugir no sentido de “deixar de fazer algo, evitando-o, por causa do dano potencial, fugir de, evitar, afastar-se de” (BGAD). Além da idolatria, o santo foge de imoralidade sexual, 1Co 6.18 (porque esta “nunca está certa” 1Co 6.13 NBV), “tudo isso” (amor ao dinheiro etc.), 1Tm 6.11, “desejos malignos da juventude” 2Tm 2.22. Esta fuga permite a busca das virtudes de Cristo, 1Tm 6.11. Tal fuga lembra de José, Gn 39.12. O pecado deve ser tratado com seriedade. Continue lendo “Ação: Fugir”

Levado a lugares solitários

Lucas 8.29: Nossos demônios fazem o mesmo dos de outrora.

Estar sozinho pode ser bom ou ruim. Jesus frequentemente procurava estar a sós a fim de orar ao seu Pai. Assim, é bom ficar longe das pessoas para estar junto de Deus. Mas outro tipo de solidão é ruim. Continue lendo “Levado a lugares solitários”

Os pecados dos nossos antepassados

Salmo 79.8: Nosso pecado e o dos nossos antepassados.

Não se vive isoladamente. Os cristãos são membros do corpo de Cristo. Os discípulos são família de Deus. O que um faz afeta os outros.

Foi semelhante entre o povo de Israel. Quando Jerusalém foi destruída em 586 a.C., ocorreu por causa do acúmulo dos pecados do povo ao longo de séculos. Não aconteceu de repente. Por isso Asafe pede de Deus:

Não nos castigue por causa dos pecados dos nossos antepassados. Venha depressa socorrer-nos com a sua misericórdia, pois estamos muito fracos e desanimados!
Salmo 79.8 NBV

O pecado tem efeito cumulativo. Sem negar a verdade de Ezequiel 18, devemos reconhecer que o pecado prejudica não somente quem o comete, mas muitos ao redor e muitos que vêm depois dele.

O verso acima é um pedido por misericórdia e perdão, o autor mostrando seu arrependimento e declarando que aprendeu a lição com o castigo. Reconhece que está no exílio por fazer parte de uma história triste e rebelde. Procura ser recipiente da bondade de Deus.

Como irmandade e como congregação, fazemos parte de uma história, nem sempre positiva, nem sempre honrosa. Peçamos que Deus nos trate com justiça e com misericórdia, procurando reconhecer de onde viemos e como precisamos fazer hoje para agradar ao Senhor em todas as coisas.

 

Identificando o problema

E o problema é gravíssimo.

Comecemos com a identificação do problema. Somente assim pode-se tratar da solução.

Ah, nação pecadora,
povo carregado de iniqüidade!
Raça de malfeitores,
filhos dados à corrupção!
Abandonaram o Senhor,
desprezaram o Santo de Israel
e o rejeitaram.
Isaías 1.4 NVI

Isaías começa suas profecias com uma declaração do problema dentro da nação de Israel. Além de carregar o povo, oprimir a nação santa, o pior efeito do pecado é a alienação de Deus. O pecado frustra o propósito de Deus para o povo, ser uma luz às nações, pois reinam as trevas por estarem longe do Senhor.

O pecado destrói, sem exceção.

Você tem este problema?

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