O justo sabe falar bem

Provérbios 10.31-32: O justo fala pouco e fala bem.

A boca do justo produz sabedoria, mas a língua perversa será cortada.
Os lábios do justo sabem o que agrada, mas a boca dos ímpios fala perversidades.
Provérbios 10.31-32 A21

O justo usa palavras certas porque se relaciona com Deus e pensa em como abençoar a vida do próximo. Continue lendo “O justo sabe falar bem”

Em quem se pode confiar?

Provérbios 30.5: Dá pra confiar nas palavras de Deus.

 

Os seres humanos decepcionam, então ficamos cautelosos. Fica difícil de confiar nas pessoas. Os políticos não são os únicos que deixam de cumprir as promessas. Amigos, colegas e membros da família também nos desapontam. Continue lendo “Em quem se pode confiar?”

Castiga sem piedade

Provérbios 20.26: Duas aplicações deste verso sobre o rei sábio.

threshing-wheat

Israel era a nação especial de Deus entre os pagãos. Era uma nação no sentido verdadeiro, com um governo, terra, fronteiras, estados (tribos) e uma população determinada por nascimento.

Como tal, o governo tinha como responsabilidade representar a vontade de Deus e promovê-la entre o povo. No início, o governo era composto por juízes e profetas. Depois, o povo exigiu um governo chefiado por um rei, como os gentios. O rei devia incentivar a justiça e prontamente castigar os malfeitores. Continue lendo “Castiga sem piedade”

A ideia de reparar o pecado

O insensato nem pensa nessa ideia.

sacrificio-pecado

Mais fácil é fazer estrago do que fazer acerto depois. Geralmente, a pessoa se justifica para não ter que fazer reparação.

Os insensatos zombam da ideia de reparar o pecado cometido, mas a boa vontade está entre os justos.
Provérbios 14.9

“A primeira glória é a reparação dos erros”, escreveu Machado de Assis. Ele devia ter lido este versículo.

A boa vontade pode significar a aceitação da parte de Deus daqueles que buscam nele sua justiça.

Resumindo: o tolo nem pensa em acertar a sua vida com Deus. Pensa que “cada um cuida de si”. Mas o justo se dedica à piedade e obedece ao Senhor para receber o perdão e viver em plena comunhão com ele.

No ano novo, você tem planos para esta dedicação aos deveres espirituais?

Quanto o Senhor tem feito por mim, para me redimir! Que eu aplique a mim mesmo o sacrifício de Cristo pela minha obediência.

Segure essa ideia: Deus faz a parte dele (que é muito maior). Temos de fazer a nossa parte também. (Ver Gênesis 17.4, 9.)