Jesus, motivo de arrependimento

Atos 17.30-31: A ressurreição de Cristo é prova do juízo final e da necessidade do arrependimento.

No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam. Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio do homem que designou. E deu provas disso a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. Atos 17.30-31

Antes de Cristo vir ao mundo, Deus era mais tolerante. Ele permitiu coisas, até entre o povo de Israel, que hoje não permite mais, Mateus 19.3-12. Agora, porém, na nova aliança que Deus fez em Cristo, as coisas mudaram. Continue lendo “Jesus, motivo de arrependimento”

Todo mundo gosta de um final feliz

Marcos 16.20: Final que continua findando até os dias de hoje.

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Um bom filme tem um final feliz. Gostamos disso. Deixa-nos satisfeitos com a conclusão da história. O ser humano, por mais pessimista que seja, gostaria de ver as coisas dando certo. Continue lendo “Todo mundo gosta de um final feliz”

Reações estranhas

Nesse caso, não é rir pra não chorar, não.

Já viu pessoas terem reações estranhas em situações em que se esperava outra atitude? O normal é chorar quando se perde um ente querido. Mas não os discípulos:

Eles o adoraram e voltaram para Jerusalém cheios de alegria.
Lucas 24.52 NTLH

Jesus tinha acabado de subir aos céus, deixando os discípulos na terra. Mas estavam cheios de alegria porque Jesus ressuscitara.

Perderam-no na terra, o que normalmente teria sido motivo de tristeza, mas a realidade da sua ressurreição e o mandamento que lhes dera—o de esperar em Jerusalém até receber poder do céu—significavam que ele estava vivo, fazendo planos e garantindo o futuro.

Nenhum fato triste consegue tirar a alegria da vida de Cristo e da vida em Cristo.

Pai, independente do que acontece hoje, estou alegre porque Jesus está vivo e eu com ele. Amém.

Dos números e fatos

São mais do que são.

frieza dos fatos

Números, para mim, são apenas dígitos frios e mortos, que uso quando necessito deles e largo na primeira oportunidade. Não tenho nenhum desejo de ler o livro: “O mistério dos números”, uma história da matemática. Para mim, eles representam uma utilidade diária e só.

Tem gente que olha os fatos de forma semelhante. São o que são, e pronto.

Correndo para verificar uma reportagem do sepulcro vazio do Mestre, Pedro e João constatam a veracidade do relatório. E, depois, …

Os discípulos voltaram para casa.
João 20.10 NVI

Olharam João e Pedro no sepulcro vazio. Creram na ressurreição do Senhor. Constataram que o corpo não estava mais onde tinha sido colocado. Nada mais agora para fazer, a não ser voltar para casa. Nas suas mentes, registraram o fato, viram a rocha fria, observaram o vazio, e talvez voltem para casa para ponderar o seu significado.

Maria Madalena, sem entender e sem saber o que fazer, ficou. Na sua dúvida confusa, acaba se encontrando com o Senhor. Torna-se mensageira aos outros com uma palavra de Cristo.

Será que os dois discípulos, homens práticos que eram, perderam algo do mistério do lugar, da maravilha do momento? Será que foram embora um pouco cedo?

De qualquer maneira, Jesus aparece também a eles, mais tarde. E descobrem que o fato tem significado, o túmulo vazio estava cheio de promessa. O número não é uma frieza sem mistério. O Senhor vem ao encontro da necessidade de cada um, onde estiver, na sua condição.

A fé adequada

Por meio dele vocês crêem em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos e o glorificou, de modo que a fé e a esperança de vocês estão em Deus.
1 Pedro 1.21

Há anos uma jovem cristã ficou perplexa porque parecia que um amigo dela, judeu praticante, tinha muita fé em Deus. Ela questionou então a fé que ela tinha abraçado fazia pouco tempo. Continue lendo “A fé adequada”