Quando viram

João 20.20: O Jesus ressurreto resume a fé, a esperança e o amor.

Como reacender a alegria e as esperanças, depois de perdê-las?

“Tendo dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se quando viram o Senhor” João 20.20.

A ressurreição de Jesus é a prova de tudo o que Deus propôs realizar pela humanidade. O Jesus ressurreto nos restaura a alegria de receber a dádiva de Deus e a esperança de um futuro dentro do seu propósito. Continue lendo “Quando viram”

Suas palavras pareciam loucura

Lucas 24.11: A ressurreição de Cristo é louca realidade.

Perto do meu escritório é um hospital psiquiátrico. Muitos dias os enfermeiros trazem os pacientes para tomar sol na praça que fica em frente ao meu local. É possível ver, de longe, que alguns destes apresentam sintomas anormais.

Parte da anormalidade de um louco são palavras sem sentido, impossíveis, sem nexo, pois todos sabem que o louco vive num mundo da sua própria imaginação, longe da realidade em que andam as pessoais normais. Continue lendo “Suas palavras pareciam loucura”

Faça o homem celestial aparecer pelos atos

1 Coríntios 15.49: O homem celestial não é visível, no presente. Devemos torná-lo visível pelas nossas atitudes.

Aos fiéis Deus dará corpos espirituais, para podermos habitar no céu. Como houve transformação espiritual no momento da imersão na água, haverá também uma transformação do corpo humano, por parte do Senhor. Continue lendo “Faça o homem celestial aparecer pelos atos”

Consciência limpa perante a ressurreição

Atos 24.15-16: O juízo motiva para a vida correta.

juizo

As motivações são muitas para a vida em Cristo. Uma forte motivação é o retorno de Cristo e o juízo final. Paulo indicou tal em seu sermão perante o governador Félix: Continue lendo “Consciência limpa perante a ressurreição”

O Grito da Betânia

Se o grito produzir o mesmo do Grito da Betânia, haja gritaria!

grito da vidaDizem que a gritaria não resolve nada, só piora as coisas. Dizem. E não estão longe da verdade. Mas temos o Grito do Ipiranga para contrariar a sabedoria popular. E o Grito da Betânia.

Depois de dizer isso, [Jesus] gritou: —Lázaro, venha para fora! E o morto saiu.
João 11.43-44a, NTLH

O ato foi a Verbo. A palavra em si fez acontecer a ressurreição de Lázaro. O poder divino contido num pronunciamento, numa ordem, num grito!

Retoricamente, o grito dá ênfase, eleva o termo acima da conversa corriqueira, realça a proclamação dentre outros dizeres.

Jesus não precisva gritar. Podia ter sussurrado, com o mesmo efeito. Mas a solenidade do momento merecia um destacamento digno da re-criação da vida.

O que nos lembra da promessa do Grito do Último Dia, quando todos se levantarão da morte (1 Tessalonicenses 4.16).

 

Acho que vi alguma coisa

Não só viram, ele apareceu!

aparições de CristoOntem eu estava sentado na sala e, de repente, na minha visão periférica, percebi um movimento de reflexo no vidro da janela. Olhei e, no reflexo, vi um cavalo andando tranquilamente na rua. Levantei e fui olhar pela janela. Nada! Será que eu vi mesmo?

Paulo fala a respeito das aparições de Jesus depois da sua ressurreição de modo a não deixar dúvidas:

[Jesus] apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais ainda vive, embora alguns já tenham adormecido. Depois apareceu a Tiago e, então, a todos os apóstolos; depois destes apareceu também a mim, como a um que nasceu fora de tempo.
1 Coríntios 15.5-8 NVI

As testemunhas não apenas viram alguma coisa, mas Jesus realmente apareceu. Para os coríntios, alguns dos quais negavam a ressurreição, Paulo insiste nos fatos.

Tem gente que vê OVNIs, luzes, chupa-cabras, mortos, e até cavalos na rua, onde não podiam estar. Coisas que geram dúvidas.

Jesus apareceu a muitos sob diversas circunstâncias, aparições estas que comprovaram a sua ressurreição e a do seu povo também.

Suas aparições geraram a certeza do evangelho.

Não teria morrido

“Então Marta disse a Jesus: -Se o Senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido!”
João 11.21

No meio às lágrimas sobre a morte de Lázaro, esta frase devia ser o refrão da família. Maria a repete no verso 32. Tão convictas elas sobre o poder do Mestre, lamentavam que Jesus não conseguiu chegar a tempo para salvar seu irmão. Continue lendo “Não teria morrido”