Quem conhece Paris?

Já fui a Paris, e você?

verdadeO Plínio morou um tempo em Paris, voltou ao Brasil e estava contando suas experiências a Marina. De repente, o Stefano o cortou, disse que não era bem assim e começou a discursar sobre a cidade. Com um detalhe: ele nunca tinha saído do Brasil.

Se aceitamos o testemunho dos homens, com maior razão aceitamos o testemunho de Deus. E o testemunho de que falamos é de Deus: ele deixou um testemunho do seu Filho.
1 João 5.9 EP

Talvez os “homens” aqui se referem aos pregadores cristãos ou, possivelmente, aos falsos mestres. Alguns pensam que se refere a João, o Imersor, a quem os falsos mestres evidentemente recorria (e cuja mensagem torcia) para afirmar que Jesus nasceu apenas da água (e que fosse apenas homem).

Por “testemunho de Deus” talvez João tenha em mente a certeza da vida eterna em Jesus Cristo certeza esta que temos pela pregação do evangelho (verso 11). Mesmo que o testemunho dos homens seja verídico, não é melhor escutar da própria fonte?

Tem gente que dá espaço hoje a pessoas pregando um outro evangelho. Têm todas as marcas de cristão, supostamente, mas sua mensagem não bate com a mensagem verdadeira. Ganham ouvidos por fazer pronunciamentos com tanta convicção. Com um detalhe: não sabem do que falam. Enganam bem.

É igual escutar a alguém falar de Paris que nunca tinha viajado para a cidade e ignorar quem acaba de voltar. Dá pra entender?